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terça-feira, 26 de junho de 2018

Transporte coletivo urbano – excesso de acidentes?


Transporte coletivo urbano – excesso de acidentes?

Qualquer “modal” tem limites.
Evidentemente isso é definido pelo valor dado ao ser humano.
A evolução dos sistemas e o respeito à funcionários, passageiros, pedestres, outros padrões de transporte e deslocamento permite, quando as cidades são bem governadas e têm recursos, acrescentar sistemas complementares ou substituir sistemas perigosos a partir de limiares que indicadores internacionais mostram.
Em Curitiba e RMC estamos vendo uma quantidade assustadora de acidentes.
Estafa dos motoristas dos ônibus?
Trânsito fora de controle?
Quais são os planos para reduzir a violência do trânsito e maior segurança da população e trabalhadores do transporte coletivo urbano?

domingo, 13 de junho de 2010

Uma hipótese muito provável da causa do acidente na Praça Tiradentes e entrevista com o motorista

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1015971&tit=Quando-pisava-o-freio-do-onibus-nao-respondia

Subject: Fw: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....



Em tempo, CONCESSÕES por quê?

Mais privilégios garantidos por lei?


----- Original Message -----

From: JCCascaes

To: FOMUS

Sent: Sunday, June 13, 2010 10:59 AM

Subject: Fw: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....


Prezados amigos

Uma explicação de um amigo fraterno...

Acrescentando, estamos com um "apagão" na área da Engenharia.

Só vale preço, tarifa.


Pior, sem criatividade, sem propostas para viabilização razoável do sistema de transporte coletivo urbano no Brasil.



Frota Pública?

Pagamento por km?

Fiscalização enérgica e honesta?

Gerenciamento adequado?

Custo do gerenciamento sem incidência sobre as tarifas?

Isenção total de impostos?

Abraços



Cascaes

13.6.2010





Sent: Sunday, June 13, 2010 10:46 AM

Subject: RE: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....


Grande CAescaes, já sei o que ocasioonou o acidente em curitiba.


a resposta é clara para qualquer motorista de Caminhão ou ônibus experiente.

Basta perguntar a eles o que uma retífica tabajara com peças de procedência duvidosa faz com um motor dieesel.

principalamente nos Motores mercedes, como é o caso do ligeirinho acidentado.

O que ocorre, é que o motor acelera até os 9000 giros e se esfacela todo, e não tem o que faça o motor apagar, nem mesmo desligando a bateria. O Fato é que se o câmbio for manual o motorista pode colocar uma quinta e "afogar o motor", mas se for automático, esqueça, pois a caixa automática não sobe marcha se o motor passar da rotação adequada, o resultato é esse se o motor disparar em uma marcha pesada como a 1ª ou 2ª.

Segundo testemunhas, o ônibus atravessou a praça por volta de 40KM,l logo dá para se enternder que estaria na 2ª ou terceira marcha.

Viu só o que a busca para economizar ums mísseros cascalhos causou de prejuízos às pessoas?

Essa é a administração da URBS e suas concessionárias. ou seja LUCRO A QUALQUER CUSTO, AFINAL OS FIGURÕES DA URBS NÃO TOMAM ÔNIBUS.

UM TFA

sábado, 12 de junho de 2010

Eu tenho uma sugestão - Pucci - CMT - Ghidini

From: Pucci
To: 'JCCascaes'
Sent: Saturday, June 12, 2010 9:45 AM
Subject: RES: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....

Eu tenho uma sugestão, mano:



Os candidatos que ocupam cargos (Prefeito, por exemplo), ficam proibidos de fazer TODAS as obras de maquiagem que não fizeram em seu mandato no último ano para aparecer ao eleitorado. A cidade está intransitável de tanta “obra” que está sendo feita.

Um TFA.

Pucci:.

De: JCCascaes [mailto: jccascaes@onda.com.br  ]

Enviada em: sábado, 12 de junho de 2010 09:38

Para: Undisclosed-Recipient:;

Assunto: Fw: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....


----- Original Message -----

From: JCCascaes
To: fomus@googlegroups.com
Sent: Saturday, June 12, 2010 9:34 AM
Subject: Re: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....


Prezados amigos


Os conselhos de consumidores, de modo geral, seriam extremamente importantes se realmente representassem o povo.
A Copel, por exemplo, vai investir em São Paulo, para quê quando temos tanto a ser feito no Paraná?
Precisamos discutir esse assunto de modo geral.
Não é um problema exclusivo de Curitiba e do transporte coletivo urbano nem da COPEL.
Até a Petrobras deve ser vigiada com lentes de aumento.
Essa é uma responsabilidade de todos nós.

A função do Estado (municípío, estado, União), via concessionárias, é atender o povo em suas áreas de concessão.

Isso impõe a avaliação de prioridades sociais e técnicas.
Creio que devemos aprofundar o debate em termos legais.
Vamos ter eleições, o que sugeriremos aos nossos candidatos?

Abraços
Cascaes
12.6.2010

----- Original Message -----

From: Roberto Ghidini Jr
To: fomus@googlegroups.com  ; marcoshguimaraes@gmail.com
Sent: Saturday, June 12, 2010 6:00 AM

Subject: RE: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....


Amigos, Marcos, André...

Quando digo que o IPPUC e o Instituto de Palpites e Pouca Pesquisa Urbana em Curitiba, isso poderia ser genetralizado a todas as autarquias gestoras do planejamento de Curitiba.

A URBS, a COMEC nao teem estudos de origem e destino dos passageiros!...Imagina se vao ter estudos de traumas ou nível de stress. Isso é o absurdo dos absurdos que ocorre em Curitiba. Com um sistema inteligente de bilhetagem, me parece (já conversei sobre isso com informáticos) que seria até bastante fácil um controle e as comprovaçoes de origem e destino diariamente... Além das pesquisas de campo tradicionais.
Ocorre que o Conselho Municipal de Transportes, que em teoria representaria os interesses do povo, junto à URBS, é um coselho chapa branca. Nao é paritário (é composto em sua maioria por funcionários da propria URBS e das empresas de ônibus) e os poucos membros "isentos" sao omissos e nem mesmo comparecem às reunioes.
Assim, penso que o ponto de partida para a sociedade avançar nas questoes que estao aí colocadas pelo Marcos e defendidas pelo André, passam pela destituiçao imediata deste conselho e a nomeaçao de membros que efetivamente possam atuar em favor da causa pública que no caso é o Transporte Coletivo.

Espero que a mobilizaçao, foque entre outras coisas essa necessidade.
abrazos,
rg

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From: andrecaon@hotmail.com

To: fomus@googlegroups.com

Subject: RE: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....

Date: Fri, 11 Jun 2010 20:32:36 +0000

Amigos, Marcos:

Inicialmente meus parabéns por questionar a falta de estatísticas de acidentes com o transporte coletivo de Curitiba.
Eu mesmo já presenciei acidente com óbito, pessoalmente! Nas proximidades do tubo próximo do Círculo Militar.
Acho que se formos pesquisar, muitas pessoas aqui podem dar relato o que demonstra que as estatísticas devem ser alarmantes!

André Caon Lima

http://www.sociedadpeatonal.org/

coordenação do FoMUS
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Date: Fri, 11 Jun 2010 17:18:40 -0300

Subject: Re: Fw: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....

From: marcoshguimaraes@gmail.com

To: fomus@googlegroups.com


Pessoal, estou querendo escrever uma matéria sobre o assunto e vou falar com a Dra. Clair sobre o ato. É o seguinte. Há muito tempo, venho denunciando em meus artigos, o seguinte:

- Qual é o controle estatístico por parte da URBS sobre o número de acidentes envolvendo transporte coletivo que vem ocorrendo na cidade nos últimos anos?


- Quais são as estatísticas de trabalhadores das linhas afastados ou em tratamento em virtude do stress provocado pelo trânsito?




Recebi informações, da filha de uma psicóloga que trabalha em uma empresa (não sei qual) de ônibus, que estuda com minha minha mulher, que teria dito que os casos são alarmantes. E também que há um alto rodízio de trabalhadores nas empresas. Como podemos comprovar isso?
Como eu pego ônibus todo dia, inclusive, por pouco, não estava neste ônibus que sofreu o acidente, porque é a minha linha, ouvi dos motoristas no Terminal de Campo Comprido que o motorista que estava envolvido no acidente voltou recentemente ao trabalho depois de afastamento por problemas psicológicos por um ano, ou coisa assim.
- Tenho um amigo usuário de ônibus de meu bairro, na Orleans, que sofreu um acidente no Expresso e teve que colocar três pinos na perna. Eu mesmo já vi janelas caindo e estava em um ônibus que sofreu um acidente na Linha Campo Comprido - Pinhais, a mesma deste acidente ...batemos em um carro, em alta velocidade...felizmente, nada de mais grave aconteceu, por perícia do motorista.

Gente, fazer o ato não basta. Precisamos correr atrás dos números...ou criticar a ausência deles e a postura do Sindicato pelego (Sindimoc) que deveria ter estes números.

Marcos H. Guimarães
Em 11 de junho de 2010 16:53, JCCascaes < jccascaes@onda.com.br  > escreveu:
Subject: FW: Acidente ônibus LIGEIRINHO Praça Tiradentes .....

Sidney Pinto PGM

Celular (41) 9601-3155

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Direção de risco – viagem perigosa - Curitiba

Os usuários de automóveis têm uma atenção especial das autoridades federais; devem usar cinto de segurança, os carros precisam de airbags, as crianças estarem em cadeirinhas especiais, os carros devem ser feitos com técnicas de segurança especial e os donos pagarem seguros e taxas anualmente.

E os passageiros dos sistemas de transporte coletivo urbano?

Os ônibus evoluíram muito. Se sairmos do Brasil descobriremos veículos fantásticos (inclusive alguns feitos em Curitiba, Volvo), complementados por linhas metroviárias, monotrilhos, bondes e até barcaças. As grandes cidades mais inteligentes apresentam dezenas de quilômetros de calçadões. Os passeios são transitáveis, contínuos, seguros (não são perfeitos) e as ciclovias e ciclofaixas aparecem rotineiramente.

Vivemos no Brasil, passamos por décadas de crise econômica e perturbações institucionais. Isso foi uma tremenda tragédia, mal estudada do ponto de vista da Engenharia, Arquitetura e Urbanismo. A História, com raras exceções, só trata de fatos políticos.

Emergimos da penumbra graças à Agroindústria, de uma maneira especial, e a outras atividades que as multinacionais deixaram para nós. Sobretaxas violentíssimas, cotas ridículas, normas técnicas hostis, juros absurdos, agiotagem liberada explorada até pelas estatais brasileiras e banqueiras etc. têm mantido nosso povo na marginalidade com o aplauso de economistas alienados e a omissão total dos outros profissionais, o que importa é oferecer pão e circo para gáudio dos alienados.

O transporte coletivo urbano é um serviço que reflete nitidamente o perfil do povo local. Houve tempo em que o curitibano, mais exigente, sonhava com o melhor, agora contenta-se com pagar o mínimo, incapaz de defender até sugestões que viabilizariam subsídios e maior qualidade e segurança.

Dizemos que o transporte coletivo urbano é um exemplo porque o Poder Concedente é o município. Compete ao prefeito decidir as formas de gerenciamento, tecnologias, custos, capilaridade, segurança, apoio fiscal etc. sobre a forma de oferecer ao povo os meios de transporte coletivo (e individual). Ele decide formando sua equipe e cobrando resultados (ou obedecendo).

Em 10 de junho de 2010 tivemos um acidente gravíssimo na Praça Tiradentes. Ao final a culpa será do mordomo, isto é, do motorista. Não vão dizer em que condições esses profissionais trabalham. Não descreverão os exames médicos e psicológicos a que estão sujeitos rotineiramente, via de regra sob os cuidados de sindicatos nem sempre trabalhando a favor de seus sindicalizados. Dificilmente a empresa operadora será responsabilizada pelo que aconteceu (tem bons advogados) e as vítimas, bem enterrem-nas, talvez com o funeral pago pela empresa de ônibus, e os demais, ainda que sob seqüelas permanentes, vão para o SUS e INSS.

Vivemos de desilusão em desilusão. Quem tem mais de sessenta anos já viveu demais, passou por inúmeras hipóteses de aprimoramento da nossa sociedade. Felizmente agora existe a internet, temos mais uma vez esperança.

Será que vamos melhorar?

O que devemos fazer para reverter essa onda aviltante?



Cascaes

11.6.2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

Por favor, não beba se for dirigir

O transporte racional, a mobilidade sadia


Em Curitiba, se visitarmos o Parque Barigui, será rotina vermos centenas de pessoas devidamente vestidas (afinal para tudo existe uniforme, moda) correndo ou andando em volta do parque. Alguns eixos evoluíram, já têm passeios bem feitos, permitindo longas caminhadas, ainda que sob o risco de travessia de ruas, conflitos com motoristas nem sempre conscientes dos direitos do pedestre.

Vivemos uma discussão intensa em torno do transporte coletivo urbano. Infelizmente a ênfase acaba sendo o custo das passagens. Ao gosto de quem explora o serviço “transporte coletivo urbano” deveríamos, talvez, sempre falar das maldades dos empresários e das tarifas. Assim esqueceríamos, que para muitas situações, poderíamos dispensar os ônibus.

Precisamos pensar com urgência na qualidade, capilaridade e ampliação de serviços e equipamentos urbanos que dispensem o carro pessoal.

Em Curitiba, por exemplo, o custo mensal (fora outros) para o dono do táxi que pretenda usar um sistema de telecentro é em torno de mil reais. Existe um sistema de chamadas cooperativado, pelo que ouvi mereceria uma análise e regulamentação. Vale propina?

Qualidade, segurança, acessibilidade, educação e disponibilidade de táxis, ônibus, metrô, bonde, carruagem, bicicletas etc. significa poder freqüentar bares, restaurantes, festas, viver a cidade sem a preocupação do trânsito, dos assaltos, da vida noturna e dos acidentes causados pelo álcool (ainda que, dependendo do teor alcoólico no sangue, o indivíduo seja improtegível).

Precisamos de cidades com boas calçadas, bem iluminadas, protegidas, seguras e respeito total do mais forte pelo mais fraco, menos perigoso, ou seja, o motorista do veículo maior deve entender que a prioridade é do pedestre, ciclista, do motociclista e assim também o indivíduo que dirige uma motocicleta deve se obrigar a deixar passar quem não estiver sendo movido a gasolina, o ciclista ao pedestre e assim por diante.

Com certeza existe a necessidade urgente de maior educação, de investimentos a favor de quem não usa automóveis, de atenção total ao pedestre.

Vemos as campanhas contra a utilização de bebidas por aqueles que vão dirigir, inclusive valendo para os acompanhantes, ensinando-lhes a não perturbar o motorista. Com certeza essa é uma ênfase reduzida por caciques da mídia, sempre a favor dos interesses comerciais das concessionárias de sistemas de TV e telecomunicações em geral.

Não podemos imprimir nos carros frases como agora existem nos maços de cigarro. Podemos, contudo, escolher melhor os deputados, prefeitos, senadores, o Presidente da República.

Sabemos que nosso país carece de instrução, afinal algo em torno de 60% dos brasileiros é analfabeto total ou funcional, a maioria absoluta é analfabeta política. Vendo, contudo, em escolas especiais, clínicas de reabilitação, nos hospitais, nos cemitérios e até observando cadeirantes e PcD em geral ficamos pensando em quantas vidas são destruídas ou atingidas diretamente ou indiretamente pelas loucuras do trânsito.

Muitos desses acidentes não teriam acontecido se nossas cidades oferecessem bons serviços de transporte coletivo, táxis, passeios acessíveis, segurança etc., aliás, só na rubrica segurança, o Paraná teve 1001 pessoas assassinadas nos três primeiros meses deste anos. O pesadelo da falta de policiamento além de facilitar a vida dos criminosos aterroriza o cidadão comum, levando-o a usar automóveis com vidros escurecidos, transitar com velocidade máxima e avançar em sinais fechados...

Andar pelas ruas de que jeito?

Cascaes

25.5.2010






http://www.youtube.com/user/TACVictoria

On December 10th 1989 the first TAC commercial went to air. In that year the road toll was 776; by last year 2008 it had fallen to 303.


A five minute retrospective of the road safety campaigns produced by the TAC over the last 20 years has been compiled. The montage features iconic scenes and images from commercials that have helped change they way we drive, all edited to the moving song Everybody Hurts by REM.



This campaign is a chance to revisit some of the images that have been engraved on our memories, remember the many thousands of people who have been affected by road trauma and remind us all that for everyones sake; please, drive safely.

Transport Accident Commission Victoria.

http://www.tac.vic.gov.au/

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terça-feira, 2 de março de 2010

Quem mata mais - terremoto ou o transporte motorizado individual



Os números de mortos no trânsito da RMC mostram os efeitos dos diversos tipos de transporte, mas, com certeza, a cada dois anos o transporte motorizado individual condena à morte imediata ou em poucos dias após o acidente mais pessoas do que o total de mortos no terremoto chileno do final da última semana de fevereiro de 2010.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Acidentes com ônibus - passageiros

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Manutenção