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sexta-feira, 13 de setembro de 2024

ônibis paulistanos



Ônibus, transporte coletivo urbano, piso rebaixado, acessibilidade, pontos de embarquem. Pontos de ônibus, ônibus articulados, São Paulo, tecnologia viária, calçadas


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

nova/sb - Portfólio - Prefeitura de São Paulo - Faixa exclusiva para ônibus - Zona Norte





Publicado em 24/07/2013
A Campanha Faixa Exclusiva da Prefeitura de São Paulo divulgam a implantação dos faixas exclusivas para ônibus na cidade. A campanha conta com spots no rádio, mídia indoor e impressa, além de quatrofilmes. O primeiro deles começa a ser veiculado nesta terça-feira, 16 de julho. O vídeo destaca que já foram implantados 70 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus e que até o final do ano serão 220 quilômetros no total. O comercial termina com o slogan da Prefeitura de São Paulo: "Viver a cidade que a gente ama. Fazer a São Paulo que gente quer", criado pela nova/sb.

Ficha Técnica -- Filme:
Cliente: Prefeitura de São Paulo
Agência: nova/sb
Diretor de Criação: Ricardo Furriel
Redator: Ricardo Furriel e Hermes Zambini
Diretor de Arte: Marcelo Maia
Atendimento: Thiago Furtado, Juliana Midori e Karina Meneses
Aprovação Cliente: NunzioBriguglio Filho / Jacinto Amaral
RTV: Nílvia Centeno
Produtora: Fulano Filmes
Diretor: João Papa
Áudio: S de Samba

domingo, 3 de janeiro de 2010

Concessão é isso

From: zep@usp.br
Sent: Sunday, January 03, 2010 10:58 PM
Subject: ATENÇÃO: Ônibus a R$2,70 apartir de 04 de janeiro


Kassab confirma: ônibus a R$ 2,70 a partir de 4/1/2010da Folha Online


Essa notícia é prá quem pega ônibus. Alguns distintos votantes talvez só se preocupem com a despesa da "diarista", que ficará maior.


É um aumento de 5,5% por ano, já que faz 3 anos que a passagem não aumenta. Será a tarifa mais alta de todas as capitais do país.

O que a notícia não diz é que, desde o ano passado, Kassab dispensou os empresários de empresas de ônibus de renovar a frota, por um período indeterminado.

Como se sabe, por força de contrato de concessão, as concessionárias de transporte público em SP são obrigadas a trocar a frota a cada cinco anos, porque o custo da renovação da frota está embutido na tarifa..

Voltamos à era Pitta/Maluf?

Vc se lembra quando o Pitta liberou os empresários do transporte público de São Paulo a comprar ônibus sucateados em leilões no Rio de Janeiro?Fyi

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u669240.shtml


Kassab confirma aumento da tarifa de ônibus para R$ 2,70 a partir de 4 de janeiro
GUILHERME REED, colaboração para a Folha Online.20/12/2009 - 11h03



O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), confirmou neste domingo que a tarifa de ônibus na cidade vai subir para R$ 2,70 a partir de 4 de janeiro. Desde novembro de 2006, a passagem custa R$ 2,30.

Ao justificar o aumento, Kassab ressaltou que a tarifa não sofreu reajuste nos últimos três anos, o que aconteceu "pela primeira vez na história de São Paulo". "Fizemos o reajuste de acordo com a taxa da inflação", afirmou o prefeito, que hoje participou da primeira Parada da Disney em São Paulo, na zona norte da cidade.

Questionado sobre a reação da população com o aumento na tarifa, o prefeito disse que espera a compreensão, e ressaltou foram feitos estudos técnicos para para chegar ao novo valor.



O aumento da tarifa em 2010 estava em avaliação pela prefeitura, e desde outubro já se cogitava que a passagem iria para R$ 2,70. Desde então, foram feitas manifestações contra o reajuste.



Ainda em outubro, cerca de 50 manifestantes do MPL (Movimento Passe Livre) se reuniram em frente ao prédio da SMT (Secretaria Municipal de Transportes), no centro de São Paulo, para protestar contra o aumento. A manifestação começou quando três integrantes do MPL se acorrentaram em frente ao prédio. Eles ficaram presos uns aos outros. Também foram entregues panfletos à população.



http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u669240.shtml
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Kassab espera compreensão sobre reajuste do ônibus

Agência Estado - Estado de São Paulo

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009, 08:19



Prefeito de São Paulo disse que aumento é compatível com a inflação; novo preço vale a partir de 4 de janeiro



SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse ontem, ao participar da Parada Disney, que o aumento da tarifa de ônibus para R$ 2,70, a partir do dia 4 de janeiro, está embasado em estudo e é compatível com a inflação.

Ele afirmou que espera a compreensão da população sobre o reajuste.



O superintendente da Associação Nacional de Transporte Público (ANTP), Marcos Bicalho, disse, porém, que a medida afasta a população do transporte público e coletivo. "Passa a ser mais vantajoso comprar um carro ou uma moto." Quem faz duas viagens de ônibus por dia gasta R$ 92 por mês. Em janeiro, serão R$ 108 - pouco menos do que a prestação de uma moto.

Bicalho critica o valor. "Não conhecemos as variáveis, mas é possível dizer que R$ 2,70 é um valor alto para a população brasileira", disse.

Entre janeiro e fevereiro, as tarifas do Metrô, da CPTM e da EMTU, hoje em R$ 2,55, também serão reajustadas. Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos, para que os passageiros programem seus
gastos, basta um cálculo com base no Índice de Preço ao Consumidor (IPC): tarifa entre R$ 2,60 e R$ 2,70.


Depois de três anos sem reajustes, a tarifa de ônibus em São Paulo passará de R$ 2,30 para R$ 2,70 a partir do dia 4 de janeiro.

Os R$ 0,40 a mais representam aumento de 17,4%. De acordo com a tabela da ANTP, atualizada em outubro, São Paulo passa a ter uma das tarifas mais caras do País. Em outras capitais, o valor não supera R$ 2,50. Na sexta-feira à noite, o secretário municipal de Transportes, Alexandre de Moraes, enviou ofício ao presidente da Câmara, Antônio Carlos Rodrigues (PR), com informações sobre o aumento. O comunicado é uma formalidade, porque a decisão não precisa de aprovação.

Subsídios



O último reajuste ocorreu em novembro de 2006, quando a tarifa subiu 15%, de R$ 2,00 para R$ 2,30. O congelamento até o fim deste ano foi promessa eleitoral de Kassab. Para cumpri-la, ele teve de bancar R$ 783 milhões em subsídios às empresas de ônibus. A previsão inicial era de que o valor não ultrapassaria R$ 600 milhões.


O aumento da tarifa de ônibus não eliminará a necessidade de subsídio para o sistema de transporte coletivo da capital. Simulações apresentas por Moraes em audiências públicas na Câmara Municipal demonstravam que cada R$ 0,10 de aumento na passagem representariam R$ 148 milhões a menos de subsídio para as viações. Neste ano, a Prefeitura gastou mais de R$ 800 milhões com a chamada "compensação tarifária". Ou seja,
para se ver livre das subvenções, o Executivo teria de fixar o valor da tarifa em pelo menos R$ 2,90.

Integração

A Secretaria Municipal de Transportes informou ontem, em nota, que o preço da integração entre ônibus e transporte sobre trilhos vai subir dos atuais R$ 3,65 para R$ 4,00, também a partir do dia 4 de janeiro. No entanto, o texto não explica se esse novo valor considera os reajustes das passagens de metrô e trens, previstos para os meses de janeiro ou fevereiro.

Hoje, a tarifa do transporte sobre trilho custa R$ 2,55 e deve subir a R$ 2,60 ou R$ 2,70. A nota da Secretaria de Transportes explica que o período de viagem do bilhete único passa de duas para três horas, mas o passageiro só pode fazer uma viagem de trem ou metrô e outras quatro em ônibus municipais.



As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

----- Final da mensagem encaminhada -----

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Antonio Miranda, Presidente da União de Ciclistas do Brasil - UCB

Original Message -----
From: Antonio Miranda
To: gilsonbarreto@camara.sp.gov.br
Sent: Monday, October 12, 2009 11:39 PM
Subject: Sobre o Projeto de Lei 01-0585/2009
Senhor Vereador Gilson Barreto,

Permita me apresentar a V. Excia. Chamo-me Antonio Miranda, sou Presidente da União de Ciclistas do Brasil - UCB, entidade que agrega algumas associações locais e estaduais, buscando representar os ciclistas em todo o território nacional. Afora esta condição, tenho trabalhado em favor da mobilidade por bicicleta desde 1974, tendo realizado, na condição de funcionário de empresa da administração pública federal, depois como consultor contratado, os três manuais voltados ao planejamento e projetos cicloviários do Brasil. Como arquiteto e técnico do setor transportes atuo, através da minha empresa - Ah8, na produção de projetos cicloviários em várias cidades brasileiras, três delas no Estado de São Paulo.

Pois bem, hoje tomei conhecimento do PROJETO DE LEI 01-0585/2009, de autoria do nobre vereador.
Acredito que seus assessores não acumularam ainda informações suficientes para produzir uma lei que realmente favoreça os ciclistas. Queria pontuar algumas questões do projeto de Vossa Excelência. que acredito poderão contribuir em muito para auxiliar os ciclistas na luta por obtenção de mais espaços seguros para seus deslocamentos cotidianos no meio urbano.

Em primeiro lugar, aplaudimos a proposta da criação de ciclofaixas, que são a forma possível de hoje conceder algum espaço com mais segurança à circulação dos ciclistas. Também a observação da necessidade da implantação de uma sinalização garantidora da segurança pelo órgão encarregado da gestão do trânsito, no caso a CET, é muito bem vinda entre os ciclistas.

No entanto, Senhor Vereador, não podemos concordar com o §2º do Art.1º, que limita o uso das ciclofaixas a determinados horários do dia. Isto é, como se os ciclistas tivessem horários e interesses diferentes dos demais usuários da via que circulam no tráfego geral. Adiantamos, de fato existem muitos ciclistas se deslocando em horário diverso dos picos matutinos e vespertinos do tráfego geral. No entanto, isto ocorre muito mais em razão das distâncias a serem percorridas por alguns ciclistas e como decorrência do horário de entrada de determinados grupos de usuários, além do receio em enfrentar maiores fluxos de veículos motorizados, do que da própria necessidade geral da maioria dos usuários da bicicleta. E assim afirmamos porque os ciclistas não são diferentes dos demais usuários da via. Querem sair e chegar a alguns lugares comuns a todos os usuários do espaço público. Limitar a sua presença na via não é, de maneira alguma, contribuir para garantir a mobilidade por bicicleta. Ao contrário, seria até mesmo tornar inviável aqueles que já a utilizam correndo todos os riscos possíveis.
Portanto, gostaríamos que estas ciclofaixas, por menores que possam ser suas larguras, tenham a garantia de uso permanente pelos ciclistas, em qualquer horário do dia ou da noite.

Também nos colocamos contrários, Senhor Vereador Gilson, ao Art.2º, que trata dos equipamentos obrigatórios para os ciclistas. Um amigo me escreveu e assim falou "...Capacete, luva, óculos, tênis obrigatórios? Querem transformar os ciclistas em atletas? O que é isto? " Pois bem, Senhor Vereador, lembro aqui que no país com maior uso da bicicleta no mundo, a China, não existe nada disto. Também no país com a maior taxa de mobilidade por bicicleta no mundo, a Holanda, não existe tal coisa. E ainda, no país com a maior rede cicloviária (ciclovias, ciclofaixas, passeios compartilhados, ruas acalmadas) do mundo, a Alemanha, os ciclistas também não fazem uso de todos esses paramentos. Portanto, porque querer elitizar o uso da bicicleta em nosso País? Penso que V. Excia. deveria rever este item em seu Projeto de Lei.

Quanto aos equipamentos de segurança, há controvérsias entre os ciclistas, mas nada temos contra o seu uso de uma forma geral. Apenas achamos o controle sobre a ausência deles de difícil fiscalização. Temos de compreender que a maioria dos nossos ciclistas é pobre. Muitos fazem uso da bicicleta por medida exclusivamente de economia. Outros, devido a rapidez em seus deslocamentos. Outros ainda, como forma de realizar várias viagens ao longo do dia, para diferentes destinos, reproduzindo sua renda, à semelhança de muitos motoristas. No entanto, a maioria é de trabalhadores mesmo que não percebem mais de 1 a 1 e meio salário mínimo por mês. Os dados de inúmeras pesquisas permitem atestar tais informações.

Ao me despedir, Senhor Vereador, queria dizer uma última coisa. No momento os ciclistas querem a garantia de um espaço mínimo para circularem em segurança. As ciclofaixas são muito bem vindas porque dão esta condição e representam um começo. E aqui não dizemos que elas conseguem inverter as prioridades hoje dadas fartamente aos automóveis nas nossas cidades, mas elas garantem o mínimo que precisamos, retirando apenas um pouco do tudo que o tráfego motorizado se apropriou das vias públicas.

Quanto à sua iniciativa, queremos estar juntos dela. No entanto, um pouquinho mais de consulta permitiria aproximar nossos anseios da sua representação política em nossa sociedade.

Atenciosamente,

Antonio Carlos de Mattos Miranda
Presidente da União de Ciclistas do Brasil - UCB


ET: Para melhor ilustrar o seu projeto encaminharei artigo escrito por mim e pelo colega Fabrício Barbosa para o 15º Congresso da ANTP, cujo nome é "Capacete, Usar ou Não Usar".



O PROJETO DE V. EXCIA:

Quem quiser entrar em contato:
http://www.gilsonbarreto.com.br/
PROJETO DE LEI 01-0585/2009 do Vereador Gilson Barreto (PSDB)“Dispõe sobre o desenvolvimento da circulação e da segurança deciclistas e dá outras providências. A Câmara Municipal de São Paulodecreta:Art. 1º - Poder Público Municipal, por meio dos órgãos competentes,promoverá o desenvolvimento da circulação e da segurançade ciclistas na Cidade de São Paulo.§1º - Para garantir a circulação de bicicletas dentro da Cidade, aAdministração Pública criará as ciclofaixas, destinadas aouso dos ciclistas.§2º - As ciclofaixas poderão ter dias e horários pré-determinados parasua utilização pelos ciclistas.§3º - Os órgãos municipais responsáveis pelo gerenciamento do trânsitodeverão garantir o uso com segurança das ciclofaixas, bem comoassegurar a sinalização viária adequada noslocais de circulação dos ciclistas.Art.2º - Serão considerados equipamentos de segurança de usoobrigatório pelos ciclistas:a) Capaceteb) Luvasc) Óculosd) Tênise) Outros a critério da administração.Parágrafo Único - Os equipamentos elencados no “caput” deste artigodeverão atender as normas de segurança da ABNTe serem certificados pelo INMETRO.Art. 3º - As bicicletas deverão estar equipadas obrigatoriamente comcampainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nospedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo,conforme estabelece o artigo 105, VI, do Código de Trânsito Brasileiro.