O Movimento Passe Livre no dia 1º de Junho de 2010 acompanhou a votação do pedido da câmara à URBS para esclarecimento do processo licitatório do transporte coletivo que há dois meses não divulga os valores da mesma.
Feito o ato para pressionar os vereadores da situação a fim de cobrar uma posição da URBS, fomos derrotados. Os vereadores "enrolaram" até que a sessão chegasse ao final sem que fosse votado o pedido.
Mais uma vez entendemos essa atitude dos vereadores da bancada da situação como mantenedores do lucro injusto das três famílias usurpadoras que sugam os trabalhadores através da tarifa imoral compulsória que vem taxando-nos.
Servem como soldados da oligarquia empresarial contra o povo. Povo esse que elegem para câmara os vereadores que teoricamente defenderiam os interesses populares e não interesses de uma quadrilha instaurada no fulcro da administração municipal, como temos visto.
É um verdadeiro golpe à democracia o que assistimos nesse dia 1º de Junho de 2010, onde um simples pedido de divulgação do resultado da licitação do transporte coletivo é negado à população de Curitiba sem qualquer argumento.
Isso reforça, novamente, o poder que essa quadrilha tem dentro dos três poderes. São negados os direitos dos cidadãos em saber sobre os processos licitatórios da cidade em que vive.
É com muita lástima que o Movimento Passe Livre enxerga o processo fraudulento da licitação do transporte coletivo em Curitiba; os empresários que enriquecem de modo escuso e também seus coadjuvantes vereadores, deputados e correligionários entrelaçados como vermes nas entranhas do Estado.
Movimento Passe Livre, 2 de Junho de 2010.
A opção pelo transporte coletivo urbano deve-se à nossa experiência no assunto (vide CV) e a visão de que o futuro da humanidade passa por uma solução mais inteligente na construção das cidades.
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
CARTA ABERTA DO MOVIMENTO PASSE LIVRE À POPULAÇÃO DE CURITIBA
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relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
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08:13:00
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sábado, 27 de março de 2010
O vandalismo em Curitiba
Quem usa o transporte coletivo urbano em Curitiba chega a ficar envergonhado com o resultado da ação dos vândalos. É difícil entender a não utilização adequada de recursos de vigilância em terminais, ônibus, abrigos nos pontos de embarque e desembarque, estações tubo e nas vias de trânsito mais expostas a esse tipo de ação criminosa. Mais intrigante era a tolerância com esse tipo de banditismo.
O fenômeno é da humanidade, afinal as duas Grandes Guerras Mundiais do século 20 mostraram nações inteiras destruindo, depredando, agredindo outras sob pretextos absurdos. Lembrando que os países que formaram o Eixo eram considerados cultos e desenvolvidos, podemos entender a facilidade com que o ser humano se entrega a atos agressivos, se estimulados por lideranças ruins.
Como estagiário do governo francês, 1988, cheguei a ver, em exposição de equipamentos para o transporte coletivo, materiais, sistemas e equipamentos anti-vandalismo e em Estrasburgo a declaração de um diretor daquela cidade de que haviam eliminado uma linha de ônibus por não conseguirem conter o vandalismo de estudantes. Em 30 cidades francesas implantavam ou já existiam em operação sistemas de monitoramento, observação, comunicação e operação do trânsito e, obviamente, de pessoas nas cidades.
Em Curitiba estamos observando, pela ação crescente dos torcedores de futebol em “guerras” absurdas, que o “homo sapiens sapiens” não é tão inteligente quanto a designação científica dá a entender.
Nosso povo até tem suas razões para perder a paciência e explodir em momentos de excitação esportiva. A corrupção causa prejuízos bilionários aos brasileiros e nossos governos e legisladores olimpicamente procuram minimizar seus “deslizes”, colocando-se até acima da Lei, imaginando-se parte de uma aristocracia, que a democracia deveria ter apagado dos padrões de comportamento.
No Brasil grupos de pessoas procuram, ou pela opção esportiva ou política e ainda sendo, de alguma forma ricos, estarem acima da Lei comum.
Queremos Justiça, respeito, fraternidade, igualdade de direitos e solidariedade e não a formação de gangues, tribos, castas etc.
Antes tarde do nunca. Pelo menos contra os vândalos "esportivos" teremos reação firme.
Parabéns à URBS pela decisão de, conforme reportagem da Gazeta do Povo (1) em 27 de março, acionar judicialmente os vândalos.
“Chegou a hora de dar um basta nessa bagunça. Todo e qualquer tipo de comportamento que ferir as normas vigentes serão reprimidos pela polícia ou Guarda Municipal e os infratores serão processados”, disse Fernando Ghignone, diretor de transportes da Urbs.
Agora também é momento de se discutir com profundidade a atuação do governo que se instalará com a saída do prefeito de Curitiba e do governador do estado do Paraná para disputa de outros cargos políticos.
Nossa esperança é que os próximos prefeitos e o governador não percam um minuto de mandato e iniciem de imediato estudos e a negociação de um acordo de implementação de sistemas modernos de vigilância para os usuários de ônibus e bicicletas e pedestres em geral; nosso povo merece qualidade, conforto e segurança no transporte coletivo urbano das cidades em que vivem assim como exercer sem medo o direito de ir e vir em qualquer condição de trânsito.
Infelizmente temos que usar de todos os recursos que a tecnologia oferece para não sermos surpreendidos por pedradas e xingamentos de pessoas que desconhecemos e que só sabemos serem de algum tipo de “agremiação” pela camisa que usam.
Cascaes
27.3.2010
http://www.gazetadopovo.com.br/esportes/conteudo.phtml?tl=1&id=986914&tit=Urbs-promete-cobrar-vandalos-por-prejuizo-apos-o-classico
O fenômeno é da humanidade, afinal as duas Grandes Guerras Mundiais do século 20 mostraram nações inteiras destruindo, depredando, agredindo outras sob pretextos absurdos. Lembrando que os países que formaram o Eixo eram considerados cultos e desenvolvidos, podemos entender a facilidade com que o ser humano se entrega a atos agressivos, se estimulados por lideranças ruins.
Como estagiário do governo francês, 1988, cheguei a ver, em exposição de equipamentos para o transporte coletivo, materiais, sistemas e equipamentos anti-vandalismo e em Estrasburgo a declaração de um diretor daquela cidade de que haviam eliminado uma linha de ônibus por não conseguirem conter o vandalismo de estudantes. Em 30 cidades francesas implantavam ou já existiam em operação sistemas de monitoramento, observação, comunicação e operação do trânsito e, obviamente, de pessoas nas cidades.
Em Curitiba estamos observando, pela ação crescente dos torcedores de futebol em “guerras” absurdas, que o “homo sapiens sapiens” não é tão inteligente quanto a designação científica dá a entender.
Nosso povo até tem suas razões para perder a paciência e explodir em momentos de excitação esportiva. A corrupção causa prejuízos bilionários aos brasileiros e nossos governos e legisladores olimpicamente procuram minimizar seus “deslizes”, colocando-se até acima da Lei, imaginando-se parte de uma aristocracia, que a democracia deveria ter apagado dos padrões de comportamento.
No Brasil grupos de pessoas procuram, ou pela opção esportiva ou política e ainda sendo, de alguma forma ricos, estarem acima da Lei comum.
Queremos Justiça, respeito, fraternidade, igualdade de direitos e solidariedade e não a formação de gangues, tribos, castas etc.
Antes tarde do nunca. Pelo menos contra os vândalos "esportivos" teremos reação firme.
Parabéns à URBS pela decisão de, conforme reportagem da Gazeta do Povo (1) em 27 de março, acionar judicialmente os vândalos.
“Chegou a hora de dar um basta nessa bagunça. Todo e qualquer tipo de comportamento que ferir as normas vigentes serão reprimidos pela polícia ou Guarda Municipal e os infratores serão processados”, disse Fernando Ghignone, diretor de transportes da Urbs.
Agora também é momento de se discutir com profundidade a atuação do governo que se instalará com a saída do prefeito de Curitiba e do governador do estado do Paraná para disputa de outros cargos políticos.
Nossa esperança é que os próximos prefeitos e o governador não percam um minuto de mandato e iniciem de imediato estudos e a negociação de um acordo de implementação de sistemas modernos de vigilância para os usuários de ônibus e bicicletas e pedestres em geral; nosso povo merece qualidade, conforto e segurança no transporte coletivo urbano das cidades em que vivem assim como exercer sem medo o direito de ir e vir em qualquer condição de trânsito.
Infelizmente temos que usar de todos os recursos que a tecnologia oferece para não sermos surpreendidos por pedradas e xingamentos de pessoas que desconhecemos e que só sabemos serem de algum tipo de “agremiação” pela camisa que usam.
Cascaes
27.3.2010
http://www.gazetadopovo.com.br/esportes/conteudo.phtml?tl=1&id=986914&tit=Urbs-promete-cobrar-vandalos-por-prejuizo-apos-o-classico
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11:01:00
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Violência contra o cidadão comum
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10:51:00
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
URBS - Fiscalização - CMT - Edital
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05:14:00
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Análise do Roberto Ghidini
Hoje na Gazeta:
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=975997&tit=As-cinco-provas-de-fogo-para-o-onibus-de-linha
No link, reportagem em que parece ser o novo modelo de cotrataçao, a soluçao para os problemas.
O Cascaes faz o comentário:
Críticas
O ex-diretor de Planejamento da Urbs, João Carlos Cascaes, acredita que a Urbs deveria abrir a fiscalização das empresas para a sociedade civil. Atualmente, os técnicos do órgão, ligado à prefeitura, são os únicos a verificar o cumprimento das exigências técnicas. Ele lembra, porém, que a Urbs está sujeita a pressões políticas para proteger as empresas e o interesse econômico delas. “A depender do prefeito, a fiscalização fica mais rigorosa ou menos rigorosa.”
A empresa se defende e, em nota, salienta que “o Conselho Municipal de Transporte foi reativado nesta gestão justamente para ampliar a participação popular” e que “possui corpo técnico de qualidade reconhecida internacionalmente e do qual fazem parte advogados, engenheiros, arquitetos, administradores, entre outros, registrados em seus respectivos conselhos regionais.”
Em resposta, deixamos o seguinte comentario:
Conselho Municipal de Transportes “chapa branca” como se diz no popular, pois não é paritário, é quase constituído unicamente por representantes da administração municipal e bancadas de apoio ao partido executivo.
Temos em pauta, no Fórum da Mobilidade Sustentável (FoMUS) 3 propostas: 1) A destituição deste conselho; 2) A reformulação do Conselho e 3) A substituição deste conselho por outro que trate sobre a Mobilidade e não mais sobre o Transporte.
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Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "FoMUS" dos Grupos do Google.
Para postar neste grupo, envie um e-mail para fomus@googlegroups.com.
Para cancelar a inscrição nesse grupo, envie um e-mail para fomus+unsubscribe@googlegroups.com.
Para obter mais opções, visite esse grupo em http://groups.google.com/group/fomus?hl=pt-BR.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=975997&tit=As-cinco-provas-de-fogo-para-o-onibus-de-linha
No link, reportagem em que parece ser o novo modelo de cotrataçao, a soluçao para os problemas.
O Cascaes faz o comentário:
Críticas
O ex-diretor de Planejamento da Urbs, João Carlos Cascaes, acredita que a Urbs deveria abrir a fiscalização das empresas para a sociedade civil. Atualmente, os técnicos do órgão, ligado à prefeitura, são os únicos a verificar o cumprimento das exigências técnicas. Ele lembra, porém, que a Urbs está sujeita a pressões políticas para proteger as empresas e o interesse econômico delas. “A depender do prefeito, a fiscalização fica mais rigorosa ou menos rigorosa.”
A empresa se defende e, em nota, salienta que “o Conselho Municipal de Transporte foi reativado nesta gestão justamente para ampliar a participação popular” e que “possui corpo técnico de qualidade reconhecida internacionalmente e do qual fazem parte advogados, engenheiros, arquitetos, administradores, entre outros, registrados em seus respectivos conselhos regionais.”
Em resposta, deixamos o seguinte comentario:
Conselho Municipal de Transportes “chapa branca” como se diz no popular, pois não é paritário, é quase constituído unicamente por representantes da administração municipal e bancadas de apoio ao partido executivo.
Temos em pauta, no Fórum da Mobilidade Sustentável (FoMUS) 3 propostas: 1) A destituição deste conselho; 2) A reformulação do Conselho e 3) A substituição deste conselho por outro que trate sobre a Mobilidade e não mais sobre o Transporte.
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03:25:00
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