Vale Transporte, fichas que valiam, modernidades suspeitas,
moleza para a URBS, mudanças injustas, argumentos contra a ficha, povo paga,
inflação, direito ao transporte, fichas imutáveis, URBS, Azamat
A opção pelo transporte coletivo urbano deve-se à nossa experiência no assunto (vide CV) e a visão de que o futuro da humanidade passa por uma solução mais inteligente na construção das cidades.
Mostrando postagens com marcador URBS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador URBS. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 25 de maio de 2022
Vale Transporte MVI 1268
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
14:36:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
argumentos contra a ficha,
Azamat,
direito ao transporte,
fichas imutáveis,
fichas que valiam,
inflação,
modernidades suspeitas,
moleza para a URBS,
mudanças injustas,
povo paga,
URBS,
vale transporte
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
Té mais MAF01903
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
08:02:00
Um comentário:
Marcadores:
Curitiba,
Hibridus,
layout de ônibus moderno,
mobilidade urbana,
motor sob o piso,
ônibus moderno,
ônibus silencioso,
piso adequado,
prazer e sar ônibus,
suspensão moderna,
Tecnologia viária,
URBS
Curitibanos devem prioritariamente usar o transporte coletivo urbano de Curitiba - se as calçadas deixarem
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
03:19:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
Curitiba,
Hibridus,
layout de ônibus moderno,
mobilidade urbana,
motor sob o piso,
ônibus moderno,
ônibus silencioso,
piso adequado,
prazer e sar ônibus,
suspensão moderna,
Tecnologia viária,
URBS
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
HIBRIDUS - ônibus diesel elétrico MAF01896
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
12:41:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
Curitiba,
Hibridus,
layout de ônibus moderno,
mobilidade urbana,
motor sob o piso,
ônibus moderno,
ônibus silencioso,
piso adequado,
prazer e sar ônibus,
suspensão moderna,
Tecnologia viária,
URBS
terça-feira, 30 de maio de 2017
Inúmeras soluções para melhorar a segurança no transporte coletivo urbano - inovações fáceis
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
11:21:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
COMEC,
Curitiba e o TCU,
engenharia,
frota pública,
gerenciamento das cidades,
inovações,
segurança dos passageiros,
sistemas de vigilância e controle,
terminais,
urbanismo,
URBS,
vontade real
sábado, 19 de novembro de 2016
Catador de lixo e cães na canaleta
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
15:24:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
acidentes com ônibus,
calçadas,
catadores de lixo,
Engenharia eficaz,
gerenciamento técnico,
Prefeitura de Curitiba,
prioridades e qualidade,
segurança,
trânsito sem vigilância eficaz,
URBS
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Opções e soluções - o desafio de informar, debater, escolher soluções e otimizar projetos - o marketing, educação e racionalidade a favor de todos
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
15:04:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
acidentes com ônibus,
calçadas,
Canaletas de Curitiba,
CMC,
Educação e mídia,
Engenharia eficaz,
gerenciamento técnico,
manutenção,
ônibus articulados,
Prefeitura de Curitiba,
segurança,
URBS
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Interterminais - Nova linha vai encurtar bastante a viagem entre o terminal de Santa Felicidade e a Universidade
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
01:25:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
Mauro Ignácio,
URBS
sábado, 11 de abril de 2015
Terminal de Santa Felicidade - URBS - Curitiba
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
20:02:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
URBS
quarta-feira, 5 de março de 2014
Contrato de concessão de exploração do transporte coletivo urbano de Curitiba em vigência
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
08:28:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
Consórcio Pontual,
Curitiba,
URBS
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Um "tubo" com acessibilidade perigosa - isso também é transporte coletivo urbano
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
15:16:00
Nenhum comentário:
domingo, 22 de dezembro de 2013
Por quê continuamos sendo otários?
Empresas privatizadas no Brasil (e a greve dos motoristas de
Curitiba)
A utopia seria a de que as empresas concessionárias e
estratégicas, de mineração, siderurgia, telecomunicações etc. (Serviços Essenciais) privatizadas teriam
gerenciamento melhor, seriam mais sérias e as tarifas e custos de produtos mais
baratos. Teríamos mais impostos e seus controladores usariam poupanças privadas
para investir (Benayon, As Fontes da Dívida
brasileira, 2013) .
Nossa Constituição Federal estabelece com clareza os poderes e direitos da
União, Estados e Municípios. Como tudo isso se transforma em benefício do povo?
Ou serve apenas aos patrocinadores de campanhas?
Podemos começar pelo tão falado nióbio (Benayon,
2013) .
Há décadas uma empresa privada explora e exporta esse o minério e metal
essenciais ao mundo industrial. Que preços aplica formalmente? Recebemos
impostos sobre que valores? Quem são os donos da mineradora e como a gerenciam?
Parece que somos lesados olimpicamente.
O que significa ser espaço de explorações dessa espécie? Ficar
com o bagaço e alguns projetos culturais infinitesimais?
O setor elétrico mergulha no mercantilismo da pior espécie e
intervenções federais desastradas (Ilumina - Instituto de Desenvolvimento Estratégico
do Setor Elétrico) .
A respeito dele ouvi de um amigo que ganha muito dinheiro com a zorra total: “quanto
mais confuso melhor...”.
E o transporte coletivo urbano de Curitiba?
Curitiba tinha tudo para estar operando com domínio total de
seus serviços de transporte coletivo. Frota Pública (Cascaes,
Frota Pública - uma experiência curitibana no final da década de 80 , 2011) , pagamento por
quilômetro, gerenciamento pela URBS (sem remuneração em função da receita do
sistema) e mais cuidados especiais de fiscalização teriam evitado o vexame da
denúncia protocolada pela Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, do “Transporte
Coletivo de Curitiba” (Breve Histórico da Criação,
Composição e Início dos Trabalhos da CPI e considerações sobre os poderes da
CPI e seus objetivos , 2013) .
Com facilidade a PMC poderia ter absorvido as concessões
ajustando responsabilidades para alguma autarquia sua, diante de impedimentos
legais da URBS.
Mais cuidados e democratização de decisões técnicas teriam evitado
custos e investimentos menos importantes do que o bom atendimento aos usuários
de seus ônibus. O contribuinte e os usuários saberiam decidir entre padrões de
ônibus, frequências, tecnologias. O fundamental seria estender atribuições e
assessoramento além das comissões existentes, que simplesmente falharam.
Pior ainda é a constatação de que, ao que tudo indica, houve
relaxamento nas condições de contratação das atuais concessionárias assim como
na operação do sistema em geral (Bernardi, 2012) .
Os trabalhadores das empresas de ônibus estão alegando falta
de pagamento de salários, é justo? O que têm com as falhas gerenciais de seus
empregadores? Serão instrumentos de chantagem?
Estamos em período de festas de final de ano e início de
férias. É uma farra para os governantes. Aqui até o projeto do metrô (Projeto do
metrô começa a ser discutido com a população em janeiro, 2013) estará em debate com
o público[1]
que ficar na capital e puder sair para participar da audiência pública.
Veremos coisas semelhantes pelo Brasil inteiro, é normal
cumprir tabelas democráticas quando o povo está longe...
Em 2014 teremos mais alguns meses de alienação, a Copa do
Mundo vem aí.
Infelizmente no Brasil tudo parece ser diferente. Laurentino
Gomes dá uma explicação minuciosa em seus livros [ (Gomes, 1808) , (Gomes, 1822 - Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês
louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil - um país que tinha tudo
para dar errado., 2010) , (Gomes, 1889, 2013) ]. Nossa história é
cruel.
A questão é: por quê continuamos sendo otários?
Cascaes
22.12.2013
(s.d.). Fonte: Ilumina - Instituto de Desenvolvimento
Estratégico do Setor Elétrico:
http://www.ilumina.org.br/zpublisher/secoes/home.asp
Breve Histórico da Criação, Composição e Início dos
Trabalhos da CPI e considerações sobre os poderes da CPI e seus objetivos . (22 de 12 de 2013). Fonte: O Transporte Coletivo
Urbano - Visões e Tecnologia:
http://otransportecoletivourbano.blogspot.com.br/2013/12/breve-historico-da-criacao-composicao-e.html
Projeto do metrô começa a ser discutido com a
população em janeiro. (21 de 12 de
2013). Fonte: Curitiba:
http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/projeto-do-metro-comeca-a-ser-discutido-com-a-populacao-em-janeiro/31675
Benayon, A. (5 de 12 de 2013). As Fontes da Dívida
brasileira. Fonte: Engenharia - Economia - Educação e Brasil :
http://economia-engenharia-e-brasil.blogspot.com.br/2013/12/as-fontes-da-divida.html
Benayon, A. (11 de 2013). O estratégico nióbio e a
política suspeita via Lei Kandir e preços duvidosos de contabilização - a desnacionalização
do Brasil. Fonte: Engenharia - Economia - Educação e Brasil :
http://economia-engenharia-e-brasil.blogspot.com.br/2013/11/o-estrategico-niobio-e-politica.html
Bernardi, J. (12 de 2012). relatório da CPI do
Transporte Coletivo de Curitiba - mensagem do Vereador Jorge Bernardi.
Fonte: O Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia :
http://otransportecoletivourbano.blogspot.com.br/2013/12/relatorio-da-cpi-do-transporte-coletivo.html
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Serviços Essenciais:
http://servicos-essenciais.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (24 de 10 de 2011). Frota Pública -
uma experiência curitibana no final da década de 80 . Fonte: O Transporte
Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia :
http://otransportecoletivourbano.blogspot.com.br/2011/10/frota-publica-uma-experiencia.html
Gomes, L. (s.d.). 1808. Fonte: Livros e Filmes
Especiais, Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta
enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil:
http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2013/02/1808.html
Gomes, L. (2010). 1822 - Como um homem sábio, uma
princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o
Brasil - um país que tinha tudo para dar errado. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira Participações S.A.
Gomes, L. (2013). 1889. Fonte: Livros e Filmes
Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2013/11/1889.html
[1] O
processo de consultas públicas para as obras do Metrô de Curitiba começa no
próximo dia 9 de janeiro. A partir desse dia, a minuta do edital de licitação e
seus anexos ficarão à disposição da população no site oficial da Prefeitura (http://www.curitiba.pr.gov.br), por
um período de 30 dias. No dia 15 de janeiro o projeto e o edital serão
discutidos com a comunidade em uma audiência pública, que acontecerá no Salão
de Atos do Parque Barigüi, das 15h às 18 horas.
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
12:48:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
Adriano Benayon,
Câmara de vereadores de CBA,
concessionárias,
greve,
Jorge Bernardi,
metrô,
PMC,
serviços essenciais,
Setor Elétrico,
URBS
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Custo dos ônibus Híbridus - Relatório da CPI do Transporte Coletivo Urbano de Curitiba
4.3.1.4 TAXA DE RISCO
Esse item é aplicado apenas ao
ônibus híbrido, também chamado de Hibribus.
Para muitas pessoas o ônibus
híbrido é um dos vilões da tarifa, mas isso não é verdade.
O grande problema do ônibus é o
alto custo de aquisição, pois se trata de uma nova tecnologia no mercado. Da
forma como ele foi inserido no sistema de Curitiba, seu custo fica mais caro se
comparado com ônibus similares, devido o contrato estabelecido entre a URBS e a
Volvo. Desde setembro do ano de 2012, 30
hibribus circulam na cidade.
O contrato prevê, a amortização
do passivo gerado pela substituição dos ônibus, uma taxa de risco operacional
por se tratar de uma nova tecnologia. Juntos, estes dois itens equivalem a
custos de quase R$ 135 mil ao mês ou mais de R$ 1,6 milhão ao ano.
De acordo com o relatório final da Comissão de Análise da Tarifa do
Executivo Municipal, os ônibus desativados estão em plena vida útil, dessa forma
eles poderiam ter sido vendidos ou estarem em uso por outras linhas.
O que não poderia ocorrer é os ônibus ficarem parados e continuarem
sendo remunerados e amortizados como se estivessem sendo utilizados.
Com relação à taxa de risco, não há justificativa para esta cobrança,
pois a tecnologia utilizada nos ônibus híbridos já está consolidada por seu uso
em larga escala, há vários anos, em outros países. O argumento de que esta
tecnologia poderia trazer riscos não é válida.
Apesar dos críticos devido ao alto custo de aquisição, a economia de
combustível e o ganho ambiental não foram contabilizados na planilha. De acordo
com dados divulgados pela Volvo, o sistema híbrido proporciona uma redução no consumo
de combustível de até 35%. Já a diminuição das emissões de poluentes pode chegar
a 90% na comparação com motores a diesel convencionais.
Cada hibribus deixa de emitir
cerca de 30 toneladas de gases poluentes ao ano, o que representa quase 1
milhão de toneladas se somados os 30 ônibus que estão em operação.
Em curto prazo isso pode não
significar muito, mas para a Curitiba que queremos para o futuro simboliza uma
mudança de paradigma, do veículo de transporte coletivo movido a combustível fóssil
por um veículo movido a combustível limpo, e representar economia no tratamento
de saúde da população.
Dados da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que 3,3 milhões de pessoas morrem ao ano em decorrência da
poluição do ar nas ruas.
Dessa forma sugere-se que a taxa
de risco seja eliminada da Tarifa e eventuais riscos devem ser assumidos pelo
concedente ou pelo contratado, não ao usuário do serviço público.
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
10:21:00
Nenhum comentário:
Do relatório da CPI do Transporte Coletivo Urbano de Curitiba - Bilhetagem Eletrônica - rastreamento dos ônibus - dados estatísticos etc.
c.7)Serviço de manutenção no SBE e dos equipamentos
Esse é um dos itens que mais
demandaram esforços da CPI do Transporte Coletivo.
O SBE é o cérebro de todo a Rede Integrada de Transporte, pois além de
controlar a Bilhetagem Eletrônica, também controla o posicionamento dos veículos,
através da sua coordenada GPS, entre outras funções muito importantes.
De acordo com os contratos da
Concessão, a URBS terceirizou uma atribuição dela.
A terceirização do sistema que
está instalado é fruto de um Contrato de Gestão entre o ICI e a URBS.
Com prazo de execução de 48
meses, o contrato previa o aluguel dos equipamentos de hardware e de software
com a opção de compra ao final do contrato.
Esse contrato foi assinado em 2009, logo após o distrato de outro
contrato de Gestão entre o ICI e a URBS assinado em 2006.
Esse contrato de 2006 previa a aquisição da propriedade intelectual do
software. O contrato de 2009 não previa a aquisição da Propriedade Intelectual.
Ocorre que o ICI repassou grande
parte do trabalho do desenvolvimento do software para a empresa DATAPROM. Foi
uma quarteirização.
A URBS pagou aproximadamente R$32 milhões para o ICI que repassou R$29
milhões à DATAPROM.
Essa foi uma das maiores
polêmicas da CPI, pois, sem a Propriedade Intelectual do Software, não é
possível ter acesso ao código fonte.
Entretanto, sem o código fonte a
URBS não pode fazer a manutenção do sistema com uma empresa que não seja a dona
do Software.
A DATAPROM é a dona do código fonte.
A planilha provisiona às empresas
para a manutenção do SBE, 35,47% do item 6.1.2, ou seja R$0,0536/km. São R$
672.416,09 para manutenção.
Ao longo da CPI surgiram informações sobre a empresa Enterhelp que
prestou esse serviço de manutenção por um período, cobrando R$240.000,00 ao
mês. Uma diferença significativa.
Como o contrato de locação estava
vigente, os equipamentos pertenciam a Dataprom, logo até para a troca de uma
bateria, os equipamentos eram encaminhados, pela Enterhelp para a Dataprom,
para fazer a manutenção.
Havia demora significativa na
devolução dos equipamentos e os concessionários se viram prejudicados na
arrecadação da venda de passagens, pois quando um equipamento falhava, não eram
registrados os passageiros. Como a remuneração das empresas é por tarifa
técnica, quando o usuário não é registrado, a empresa perde receita.
Dessa forma, as empresas voltaram
a contratar a Dataprom para fazer o serviço de manutenção nos seus próprios
equipamentos alugados.
Com os R$32 milhões do contrato
de aluguel, somado aos serviços de manutenção, estimados em média de R$500 mil
ao mês, podemos estimar que ao longo dos três anos de prestação de serviços de
manutenção nas empresas consorciadas, referentes aos equipamentos do contrato,
a empresa DATAPROM pode ter recebido receitas superiores a quantia de R$50
milhões.
Toda essa quantia foi feita sem
licitação, visto que o contrato da URBS é com o ICI, que é uma Organização
Social. As Organizações Sociais são dispensadas de licitação.
Uma das conquistas dessa CPI é o
fato de que a empresa Dataprom irá fornecer o código fonte para a cidade de
Curitiba. Dessa forma, será possível fazer um novo contrato de manutenção que
pode ter um valor consideravelmente menor que o atual.
Da mesma forma, com a posse do
código fonte, será possível realizar uma auditoria independente no software a
fim de encontrar eventuais falhas e até propor melhorias de segurança, devido
as falhas apontadas pela consultoria da empresa MSDEVELOP.
Dessa forma, sugerimos a redução
para um preço possível de ser aplicado que é estimado em R$240 mil mensais , ou
R$ 0,0191/ km c.8- Conclusão item 6.1.2.
Com todas as considerações acima,
sugere-se a retirada total dos custos referentes ao Serviço Atende, a
vigilância, ao Seguro e atendimento médico Sites, assim como a consideração de
um novo preço para a manutenção da Bilhetagem Eletrônica estimada em R$240 mil
mensal.
Mantêm-se apenas os custos de
uniforme e material de limpeza, com as devidas ressalvas.
Dessa forma, o custo/km do item
6.1.2 passa de R$0,1512 para R$0,0339, ou seja uma redução de 77,57%.
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
10:13:00
Nenhum comentário:
sábado, 11 de maio de 2013
Brasileiro bonzinho - o contribuinte e o usuário dos serviços essenciais
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
06:50:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
aferição de custos,
auditorias independentes,
Curitiba,
dados e técnicas,
ferramentas de planejamento,
RMC,
serviços essenciais,
sistemas de bilhetagem,
tarifas e planilhas,
transporte coletivo,
URBS
quinta-feira, 21 de março de 2013
Registro de parte da primeira audiência pública sobre o transporte coletivo urbano em 2013 na Câmara de Vereadores de Curitiba
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
18:53:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
CMC,
COMEC,
DIEESE,
Fórum Popular,
Sindimoc,
SINDIURBANO,
URBS
quarta-feira, 20 de março de 2013
Audiência Pública sobre as tarifas do Transporte Coletivo Urbano de Curitiba na CMC
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
17:38:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
audiência pública,
CMC,
Curitiba,
tarifas,
transporte coletivo urbano,
URBS
sábado, 9 de março de 2013
Planejamento urbano e subsídios
Subsídio ao transporte coletivo – uma realidade e
necessidade
O Transporte Coletivo Urbano de Curitiba (TCUC) é subsidiado
há décadas, e muito. Com a implantação das canaletas, construção de terminais,
manutenção das vias públicas, atribuição aos proprietários de imóveis a
construção e manutenção da maioria das calçadas (faixas de servidão para todas
as concessionárias) e até custos de segurança podemos afirmar que o TCUC é
subsidiado. Graças a isso existe com eficiência relativa, pois poderia ser
muito melhor.
Discute-se, por exemplo, a manutenção do subsídio ao
transporte coletivo na RMC. Ótimo! Que excelente oportunidade para retomar a
proposta de formação da frota pública, tanto dentro de Curitiba quanto a
serviço do transporte metropolitano.
É de extrema ingenuidade simplesmente subsidiar transferindo
recursos para empresas de forma direta ou indireta. Formam patrimônio que entra
na tarifa e quando por qualquer razão o subsídio é interrompido, no dia seguinte
tudo volta a existir como se nunca houvesse existido esse benefício que poderia
ter efeitos duradouros se ao contrário de dar dinheiro o governo montasse sua
frota de ônibus e licitasse a operação.
Poderíamos, desconectando o capital material do intelectual
(capacidade gerencial) ter dezenas de empresas concessionárias, pois a disputa
seria entre os mais competentes gerentes que assumiriam o desafio de operar
ônibus.
Melhor ainda se todos fossem pagos por quilômetro rodado. Assim
não teriam áreas de serviço exclusivo, podendo, o Poder Concedente, usar critérios
mais técnicos para escolher trajetos e qualidade de serviços. Isso existiu em
Curitiba por pouco tempo, o suficiente para demonstrar sua exequibilidade e
eficácia...
Sabemos agora que centenas de milhões de reais foram gastos
para subsidiar o transporte coletivo da RMC (atendendo parte da cidade de
Curitiba). Qual seria o tamanho da frota pública se esse dinheiro tivesse sido
transformado em ônibus, como acontece com os ônibus escolares e ambulâncias
entregues às prefeituras?
O dinheiro gasto com as canaletas poderia ter sido mais
eficaz se as áreas servidas pelos binários e canaletas tivessem sido
imediatamente apropriadas para a utilização de conjuntos habitacionais de boa
qualidade para os trabalhadores e empresários de Curitiba. Infelizmente tudo se
transformou em oportunidade de ganhos sem grande esforço por aqueles que
tiveram dinheiro e informações para se apropriarem dos imóveis adjacentes. Lamentavelmente
o Brasil entrou em crise e um dos efeitos foi a paralização das companhias de
habitação e a extinção do BNH. A insanidade administrativa e a ganância de
alguns viabilizaram a tragédia social que vivemos.
Muita coisa pode explicar o esvaziamento das vilas e cidades
antes habitadas pelos pequenos empresários rurais e os operários do campo, isso
infelizmente aconteceu, é assunto para os analistas sociais e historiadores.
O subsídio para o transporte coletivo é suficiente? O que
mais poderia ser feito para ser mais atraente? Menos perigoso?
Uma cidade do tamanho de Curitiba chegou a um ponto de
mudanças substanciais se seu povo quiser no futuro uma vida com bons padrões
urbanos. A cidade mostra a degradação e saturação de serviços essenciais. Infelizmente
a distribuição do dinheiro do contribuinte é perversa para ele, pois a maior
parte dos recursos expropriados vai para a União, onde sabemos como é usado. O dinheiro
que volta, aparece como “bondade” federal, pode?
Sim, devemos subsidiar e melhorar, por exemplo, os salários
dos trabalhadores no transporte coletivo. Eles têm uma tremenda
responsabilidade e pagam caro por qualquer descuido. Não são tratados
dignamente, basta ver a situação dos cobradores nas estações tubo, algo perverso,
inominável. Devem ser bem remunerados. O que fazer? Para isso Curitiba carece
de planos estratégicos, propostas de solução inteligentes e realistas. Até quando?
Lamentavelmente o edital e os contratos de concessão para o
TCUC engessaram a administração municipal. A legislação e jurisprudência nessa
área não são favoráveis ao usuário do transporte coletivo. Nossas leis e a
lógica de aplicação estão longe dos interesses populares.
Felizmente, depois de muitos anos, voltamos a viver um
ambiente de discussão ampla sobre o transporte coletivo. O aspecto ruim é sempre
a dominação midiática de quem pode pagar. Pior ainda, os usuários precisam e
devem ser respeitados e para isso precisamos de pesquisas amplas, bem feitas,
bem avaliadas, isso leva tempo. Com tudo isso a administração municipal poderá
desenvolver planos urbanísticos e de mobilidade de curto, médio e longo prazo,
sem simplesmente fazer o que lobistas e fanáticos por soluções exigem. O desafio
do Prefeito Gustavo Fruet é gigantesco, precisa do apoio da sociedade em geral.
Enquanto isso observamos como as questões explosivas
embutidas nesse pesadelo serão resolvidas. O governo terá que exercitar ao
máximo suas qualidades de negociações (com todos os grupos organizados) e suas
habilidades de decisão para não ampliar o caos em que ônibus, automóveis,
caminhões, pedestres, ciclistas, motociclistas etc. vivenciam. Chegamos a um
ponto assustador.
Cascaes
9.3.2013
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
03:55:00
Nenhum comentário:
quinta-feira, 7 de março de 2013
Tarifas do transporte coletivo urbano de Curitiba - uma avaliação de políticas aplicadas
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
14:19:00
Um comentário:
Marcadores:
COMEC,
Curitiba,
tarifas,
Transporte Coletivo Urbano de Curitiba,
URBS
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Custos indiretos ou diretos
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
05:41:00
Nenhum comentário:
Marcadores:
Gazeta do Povo,
URBS
Assinar:
Postagens (Atom)