A opção pelo transporte coletivo urbano deve-se à nossa experiência no assunto (vide CV) e a visão de que o futuro da humanidade passa por uma solução mais inteligente na construção das cidades.
sexta-feira, 15 de março de 2013
O transporte coletivo urbano é muito mais do que ônibus
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PREFEITURA PUBLICA NO DIARIO OFICIAL PLANILHA DE CUSTOS PARA DEFINIÇÃO DA TARIFA TÉCNICA PARA REMUNERAÇÃO EMPRESAS DE ONIBUS
De: Geraldo
Serathiuk [mailto:gserathiuk@yahoo.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 15 de março de 2013 12:36
Para: JOAO CARLOS CASCAES
Assunto: COMO FOI CALCULADO TARIFA TÉCNICA PELA PREFEITURA
Enviada em: sexta-feira, 15 de março de 2013 12:36
Para: JOAO CARLOS CASCAES
Assunto: COMO FOI CALCULADO TARIFA TÉCNICA PELA PREFEITURA
PREFEITURA PUBLICA NO DIARIO OFICIAL PLANILHA DE
CUSTOS PARA DEFINIÇÃO DA TARIFA TÉCNICA PARA REMUNERAÇÃO EMPRESAS DE ONIBUS
RESOLUÇÃO Nº 1 - DIARIO OFICIAL DO DIA 14/03/2013
A Diretoria da URBS - Urbanização de Curitiba S.A., no uso das atribuições previstas no inciso V, do Artigo 26, do Estatuto Social, no art. 20, inc.
XIII e XIV do Decreto Municipal nº. 1.356 de 15 de dezembro de 2008 e em vista do contido no item 14.1.1 do Edital de Concorrência nº 005/2009,
CONSIDERANDO os estudos tarifários levados a efeito pela Área de Operação do Transporte Coletivo cujo resultado levou à composição
constante do ANEXO da presente resolução;
CONSIDERANDO o contido no Parecer DJU/108/2013,
RESOLVE:
Art. 1º Fixar em R$ 3,1292 (três reais, doze centavos e noventa e dois décimos de centavos) o valor da Tarifa Técnica (Tt) de remuneração
das Concessionárias dos serviços de transporte coletivo de passageiros de Curitiba.
Art. 2º O cálculo para a obtenção da Tarifa Técnica de remuneração (Tt) ora fixada foi efetuado de acordo com a metodologia contida no Anexo III
do Edital da Concorrência nº 005/2009, em função das propostas comerciais apresentadas pelas Concessionárias e dos custos do Sistema
Metropolitano Integrado que compõem a Câmara de Compensação.
Art. 3º A composição da Tarifa Técnica de remuneração (Tt) encontra-se explicitada no ANEXO da presente resolução, que o integra como se
nele estivesse transcrito.
Art. 4º A tarifa técnica ora fixada pode sofrer variações a depender da manifestação da COMEC acerca dos cálculos e documentos a ela
enviados em atendimento ao item 2.1.9 do Convênio celebrado entre as partes.
Art. 5º A presente resolução passa a vigorar na data de sua publicação, com efeitos incidentes a partir de 26 de fevereiro de 2013 (inclusive), data
base de reajuste contratual.
ROBERTO GREGORIO DA SILVA JUNIOR – Presidente; EDMUNDO RODRIGUES DA VEIGA NETO - Diretor Administrativo e Financeiro;
ANTONIO CARLOS PEREIRA DE ARAUJO - Diretor de Transporte; FABIANO BRAGA CÔRTES JÚNIOR - Diretor de Planejamento e
Desenvolvimento; RODRIGO BINOTTO GREVETTI - Diretor Jurídico.
Urbanização de Curitiba S.A., 13 de março de 2013.
Roberto Gregorio da Silva Junior : Presidente da URBS - Urbanização de Curitiba S.A.
RESOLUÇÃO Nº 1 - DIARIO OFICIAL DO DIA 14/03/2013
A Diretoria da URBS - Urbanização de Curitiba S.A., no uso das atribuições previstas no inciso V, do Artigo 26, do Estatuto Social, no art. 20, inc.
XIII e XIV do Decreto Municipal nº. 1.356 de 15 de dezembro de 2008 e em vista do contido no item 14.1.1 do Edital de Concorrência nº 005/2009,
CONSIDERANDO os estudos tarifários levados a efeito pela Área de Operação do Transporte Coletivo cujo resultado levou à composição
constante do ANEXO da presente resolução;
CONSIDERANDO o contido no Parecer DJU/108/2013,
RESOLVE:
Art. 1º Fixar em R$ 3,1292 (três reais, doze centavos e noventa e dois décimos de centavos) o valor da Tarifa Técnica (Tt) de remuneração
das Concessionárias dos serviços de transporte coletivo de passageiros de Curitiba.
Art. 2º O cálculo para a obtenção da Tarifa Técnica de remuneração (Tt) ora fixada foi efetuado de acordo com a metodologia contida no Anexo III
do Edital da Concorrência nº 005/2009, em função das propostas comerciais apresentadas pelas Concessionárias e dos custos do Sistema
Metropolitano Integrado que compõem a Câmara de Compensação.
Art. 3º A composição da Tarifa Técnica de remuneração (Tt) encontra-se explicitada no ANEXO da presente resolução, que o integra como se
nele estivesse transcrito.
Art. 4º A tarifa técnica ora fixada pode sofrer variações a depender da manifestação da COMEC acerca dos cálculos e documentos a ela
enviados em atendimento ao item 2.1.9 do Convênio celebrado entre as partes.
Art. 5º A presente resolução passa a vigorar na data de sua publicação, com efeitos incidentes a partir de 26 de fevereiro de 2013 (inclusive), data
base de reajuste contratual.
ROBERTO GREGORIO DA SILVA JUNIOR – Presidente; EDMUNDO RODRIGUES DA VEIGA NETO - Diretor Administrativo e Financeiro;
ANTONIO CARLOS PEREIRA DE ARAUJO - Diretor de Transporte; FABIANO BRAGA CÔRTES JÚNIOR - Diretor de Planejamento e
Desenvolvimento; RODRIGO BINOTTO GREVETTI - Diretor Jurídico.
Urbanização de Curitiba S.A., 13 de março de 2013.
Roberto Gregorio da Silva Junior : Presidente da URBS - Urbanização de Curitiba S.A.
VER AS PLANILHAS DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS DA
TARIFA TÉCNICA NOS ANEXOS PUBLICADOS NO DIARIO OFICIAL DO DIA 14/03/2012
CLICANDO ABAIXO:
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DEFINIÇÃO DA TARIFA TÉCNICA PARA REMUNERAÇÃO EMPRESAS DE ONIBUS,
PREFEITURA PUBLICA NO DIARIO PLANILHA DE CUSTOS
O transporte coletivo urbano chegando ao final de uma era tecnológica e demandando um excelente planejamento para solucionar problemas urgentes, de curto, médio e longo prazo
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O transporte coletivo urbano chegando ao final de uma era tecnológica,
planejamento para solucionar problemas urgentes
quinta-feira, 14 de março de 2013
Boate Kiss sobre pneus, para não dizerem que não sabiam de nada...
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Sindimoc
Presidente do Sindimoc se pronuncia sobre o fim das negociações salariais 2013
Presidente do Sindimoc se pronuncia sobre o fim das negociações salariais 2013
Curitiba, 13 de março de 2013
Na tarde desta terça-feira (12), após participar da audiência de conciliação, realizada no Tribunal Regional do Trabalho, em Curitiba, o presidente do SINDIMOC pronunciou-se sobre as negociações salariais 2013 dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e região metropolitana.
Abaixo o vídeo em que o presidente comenta sobre como foram as negociações deste ano
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Audiência Pública na Câmara de Vereadores de Curitiba - dia 20 de março de 2013
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segunda-feira, 11 de março de 2013
Rotina em Curitiba
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Desprezo pelos cobradores
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sábado, 9 de março de 2013
CARTA DE CURITIBA - 2005
De: ...
Enviada em: sábado, 9 de março de 2013 12:44
Para: JOAO CARLOS CASCAES
Assunto: Enc: CARTA DE CURITIBA - 2005
Enviada em: sábado, 9 de março de 2013 12:44
Para: JOAO CARLOS CASCAES
Assunto: Enc:
ENCONTRO DE PREFEITOS
DE CAPITAIS E GRANDES CIDADES BRASILEIRAS
CARTA DE CURITIBA - 2005
Os prefeitos de capitais e grandes cidades brasileiras reunidos
nesta data, em Curitiba (PR), analisaram assuntos de interesse comum aos
municípios, especialmente questões sobre transporte coletivo, saúde pública e
situação tributária, e deliberaram o seguinte:
DESONERAÇÃO DE TRIBUTOS SOBRE O TRANSPORTE COLETIVO
Constituir comissão
representativa para aprofundar a discussão deste assunto na reunião da Frente
Nacional de Prefeitos, em Salvador (BA), nos próximos dias 14 e 15 de abril, e
levar ao Presidente da República, ao Congresso Nacional, ao Conselho Nacional
de Política Fazendária (Confaz) e a autoridades federais a reivindicação de
redução de contribuições sociais e da carga tributária que incidem direta e
indiretamente sobre os insumos do transporte coletivo, onerando
significativamente as tarifas do transporte público urbano.
A desoneração não é a
tábua de salvação, mas é indispensável para reequilibrar o sistema de
transporte público urbano, assim como a reorganização do setor, levando-se em
conta a necessidade de modernização dos modelos de gestão públicos e privados e
a remuneração das empresas operadoras do sistema.
A redução da carga
tributária pode resultar em queda expressiva nas tarifas do transporte
coletivo, beneficiando diretamente milhões de cidadãos brasileiros – em boa
parte por falta de condições financeiras para custear o transporte, 35% dos
brasileiros se deslocam a pé, segundo estudo da Associação Nacional de
Transportes Públicos e do Ministério das Cidades.
Outro levantamento
indica que uma família com renda de até cinco salários mínimos compromete hoje
até 22% de seus ganhos com transporte coletivo, contra 16% de gastos com
alimentação.
Será apresentada ao
Governo Federal a proposta de eliminar os tributos incidentes sobre os custos e
sobre o óleo diesel destinado às empresas de ônibus, com o objetivo de reduzir
as tarifas do transporte público urbano.
Também pede-se ao
Governo Federal tratamento especial ao setor de transporte coletivo urbano, tal
qual é definido para a área de saneamento, no que se refere à garantia de
capacidade de financiamento ao setor, para que estes valores não interfiram no
cálculo do superávit fiscal, conforme termos dos acordos com o Fundo Monetário
Internacional.
O acesso ao transporte é
um direito básico, que precisa ser garantido à população brasileira. Mas a
proposta só será bem-sucedida se puder contar com o apoio da União, dos Estados
e dos Municípios. A recuperação da capacidade de investimento passa pela correta
utilização de recursos como a CIDE.
Igualmente, é necessária
a revisão e aperfeiçoamento das gratuidades existentes no transporte público
urbano, para que a responsabilidade sobre o seu custeio não recaia unicamente
sobre os passageiros pagantes. É imperioso o controle sobre eventuais propostas
de ampliação de benefícios.
A pesquisa de novas
matrizes energéticas para o transporte coletivo é outra alternativa que deve
ser incentivada pelo setor público e pela iniciativa privada, com o objetivo de
melhorar o desempenho e reduzir custos e a poluição do ar. Para isso, é
necessário ampliar as iniciativas de cooperação técnica entre os Municípios, os
Estados e a União.
A busca de tarifas mais
justas e a modernização do sistema de transporte público urbano exigem ações
federais. As decisões e resoluções não podem prescindir do respaldo nacional. A
redução da carga tributária sobre o transporte coletivo representa uma perda
fiscal mínima diante dos ganhos de qualidade do sistema e qualidade de vida
para as pessoas.
Medidas propostas:
- Tributos
Municipais:
a) contribuição
das prefeituras para o pacto anti-imposto sobre transporte;
b) redução
e eliminação do ISS sobre transporte urbano, onde ele ainda é cobrado;
c) alternativamente,
poder-se-ia fixar uma alíquota máxima nacional reduzida – como 2% ou 1% (o que
exige lei complementar aprovada pelo Congresso Nacional).
- Tributos
Estaduais:
a) redução
da carga tributária do ICMS, direta e indireta, sobre os insumos do transporte
público urbano;
- Tributos
Federais:
a) isenção
da cobrança de CIDE, Cofins e PIS na venda de óleo diesel e outros insumos para
empresas de transporte urbano local, a exemplo do proposto para o ICMS.
AQUISIÇÕES PELO SUS E PROGRAMAS SOCIAIS BÁSICOS
Os tributos constituem
uma parcela expressiva e crescente do custo de bens e serviços adquiridos pelas
Prefeituras para a realização de despesas com programas sociais básicos.
O objetivo é obter a
desoneração de tais compras governamentais, tal como acontece hoje nas compras
de medicamentos de uso excepcional feitas pelos Estados, visando a economia de
gastos pelas Prefeituras.
Pede-se o
estabelecimento de uma política nacional de recursos humanos para o SUS e o
estabelecimento de metas a serem cumpridas pelos Municípios e Estados como
referência para as transferências intergovernamentais.
Medidas propostas:
- Tributos
Estaduais:
a) ampliação
das hipóteses hoje vigentes de isenção ou aplicação de alíquota reduzida de
ICMS sobre compras de bens essenciais realizadas diretamente pelas Prefeituras;
b) encaminhar
ao Confaz proposta de desoneração de compras de bens essenciais para a
realização dos seguintes programas das Prefeituras para:
- atendimento
pelo SUS (como remédios e equipamentos hospitalares)
- assistência
a estudantes da rede pública de ensino (como merenda e livro didático)
- ações
de assistência social em geral (como creches e asilos).
- Tributos
Federais:
a) isentar
de IPI qualquer compra realizada por Prefeituras (o imposto já incide em poucos
casos, como veículos)
b) isentar
ou reduzir a zero a alíquota da Cofins e do PIS aplicada em vendas realizadas
diretamente para Prefeituras, a exemplo do ICMS.
PREMIAÇÃO DA RESPONSABILIDADE FISCAL E SOCIAL
A austeridade fiscal já
é contemplada pela política fiscal e pela legislação brasileira, como no caso
da louvável lei de responsabilidade fiscal. Cabe agora aprofundar as reformas
estruturais das finanças públicas para se ter incentivos mais diretos e
eficazes em favor das prefeituras que cumprem seus compromissos econômicos,
financeiros e sociais.
Pleiteamos junto ao
Governo Federal e ao Congresso Nacional a aprovação de medidas claras,
concretas e com rápida eficácia, que premiem as Prefeituras que mais se
empenham em favor do desenvolvimento nacional.
Medidas propostas:
Crédito – ampliação da
oferta de crédito pelas instituições financeiras, inclusive externas, e de
transferências voluntárias, para os Municípios que cumprem os limites e
condições impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal e por resoluções do
Senado.
Para permitir melhor
acesso a tais recursos é preciso corrigir e reduzir o tamanho das dívidas que
foram renegociadas por 180 municípios junto ao Tesouro Nacional, que tem sido
corrigida mensalmente pelo IGP e por taxa de juros de 9%. A proposta é trocar
pelo mesmo índice adotado pelo Governo Federal quando parcelou a dívida de
empresas privadas.
Ao Senado Federal, a
proposta é que se estenda para os Municípios o mesmo e superior limite hoje
aplicado aos Estados – 200% da receita corrente (ao invés dos 120% exigidos das
Prefeituras).
Os prefeitos propõem
ainda que o microcrédito oferecido pelas instituições financeiras públicas à
população urbana tenha tratamento similar ao microcrédito oferecido nas zonais
rurais.
Pasep – retenção na
fonte da contribuição que hoje é devida e recolhida ao fiscal federal (1% da
receita corrente) pelas Administrações Municipais, inclusive as indiretas, como
já ocorre no caso do Imposto de Renda Retido na Fonte sobre os salários dos
servidores.
Os recursos seriam
aplicados em fundos próprios de assistência aos servidores e aos demais
trabalhadores de cada cidade, com prestação pública e periódica de contas e
resultados.
Essa medida corrigiria a
atual inconsistência das Prefeituras contribuírem para um fundo que financia o
seguro-desemprego, porém, enquanto empregadoras de servidores com estabilidade,
não demitem seus funcionários.
Curitiba (PR), 18 de
março de 2005.
João Paulo Lima e Silva
Prefeito de Recife
Prefeito de Recife
Carlos Alberto Richa
Prefeito de Curitiba
Prefeito de Curitiba
Duciomar Gomes da Costa
Prefeito de Belém
Prefeito de Belém
Dário Elias Berger
Prefeito de Florianópolis
Prefeito de Florianópolis
Fernando Damata Pimentel
Prefeito de Belo Horizonte
Prefeito de Belo Horizonte
José Alberto Fogaça de Medeiros
Prefeito de Porto Alegre
Prefeito de Porto Alegre
José Serra
Prefeito de São Paulo
Prefeito de São Paulo
Nelson Trad Filho
Prefeito de Campo Grande
Prefeito de Campo Grande
Carlaile de Jesus Pedrosa
Prefeito de Betim
Prefeito de Betim
Eduardo Pedrosa Cury
Prefeito de São José dos Campos
Prefeito de São José dos Campos
Elder Zaluhth Barbalho
Prefeito de Ananindeua
Prefeito de Ananindeua
Lisias de Araújo Tomé
Prefeito de Cascavel
Prefeito de Cascavel
Paulo Mac Donald Ghisi
Prefeito de Foz do Iguaçu
Prefeito de Foz do Iguaçu
Pedro Wosgrau Filho
Prefeito de Ponta Grossa
Prefeito de Ponta Grossa
Silvio Magalhães Barros
Prefeito de Maringá
Prefeito de Maringá
Welson Gasparini
Prefeito de Ribeirão Preto
Prefeito de Ribeirão Preto
Ricardo Coutinho
Prefeito de João Pessoa
Prefeito de João Pessoa
Prefeituras Representadas:
Prefeitura de Salvador
Antonio Lonato Neto
Superintendente de Transporte Público
Superintendente de Transporte Público
Prefeitura de Caxias do Sul
Vinícius Tomasi Ribeiro
Secretário de Planejamento
Vinícius Tomasi Ribeiro
Secretário de Planejamento
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CARTA DE CURITIBA - 2005
Planejamento urbano e subsídios
Subsídio ao transporte coletivo – uma realidade e
necessidade
O Transporte Coletivo Urbano de Curitiba (TCUC) é subsidiado
há décadas, e muito. Com a implantação das canaletas, construção de terminais,
manutenção das vias públicas, atribuição aos proprietários de imóveis a
construção e manutenção da maioria das calçadas (faixas de servidão para todas
as concessionárias) e até custos de segurança podemos afirmar que o TCUC é
subsidiado. Graças a isso existe com eficiência relativa, pois poderia ser
muito melhor.
Discute-se, por exemplo, a manutenção do subsídio ao
transporte coletivo na RMC. Ótimo! Que excelente oportunidade para retomar a
proposta de formação da frota pública, tanto dentro de Curitiba quanto a
serviço do transporte metropolitano.
É de extrema ingenuidade simplesmente subsidiar transferindo
recursos para empresas de forma direta ou indireta. Formam patrimônio que entra
na tarifa e quando por qualquer razão o subsídio é interrompido, no dia seguinte
tudo volta a existir como se nunca houvesse existido esse benefício que poderia
ter efeitos duradouros se ao contrário de dar dinheiro o governo montasse sua
frota de ônibus e licitasse a operação.
Poderíamos, desconectando o capital material do intelectual
(capacidade gerencial) ter dezenas de empresas concessionárias, pois a disputa
seria entre os mais competentes gerentes que assumiriam o desafio de operar
ônibus.
Melhor ainda se todos fossem pagos por quilômetro rodado. Assim
não teriam áreas de serviço exclusivo, podendo, o Poder Concedente, usar critérios
mais técnicos para escolher trajetos e qualidade de serviços. Isso existiu em
Curitiba por pouco tempo, o suficiente para demonstrar sua exequibilidade e
eficácia...
Sabemos agora que centenas de milhões de reais foram gastos
para subsidiar o transporte coletivo da RMC (atendendo parte da cidade de
Curitiba). Qual seria o tamanho da frota pública se esse dinheiro tivesse sido
transformado em ônibus, como acontece com os ônibus escolares e ambulâncias
entregues às prefeituras?
O dinheiro gasto com as canaletas poderia ter sido mais
eficaz se as áreas servidas pelos binários e canaletas tivessem sido
imediatamente apropriadas para a utilização de conjuntos habitacionais de boa
qualidade para os trabalhadores e empresários de Curitiba. Infelizmente tudo se
transformou em oportunidade de ganhos sem grande esforço por aqueles que
tiveram dinheiro e informações para se apropriarem dos imóveis adjacentes. Lamentavelmente
o Brasil entrou em crise e um dos efeitos foi a paralização das companhias de
habitação e a extinção do BNH. A insanidade administrativa e a ganância de
alguns viabilizaram a tragédia social que vivemos.
Muita coisa pode explicar o esvaziamento das vilas e cidades
antes habitadas pelos pequenos empresários rurais e os operários do campo, isso
infelizmente aconteceu, é assunto para os analistas sociais e historiadores.
O subsídio para o transporte coletivo é suficiente? O que
mais poderia ser feito para ser mais atraente? Menos perigoso?
Uma cidade do tamanho de Curitiba chegou a um ponto de
mudanças substanciais se seu povo quiser no futuro uma vida com bons padrões
urbanos. A cidade mostra a degradação e saturação de serviços essenciais. Infelizmente
a distribuição do dinheiro do contribuinte é perversa para ele, pois a maior
parte dos recursos expropriados vai para a União, onde sabemos como é usado. O dinheiro
que volta, aparece como “bondade” federal, pode?
Sim, devemos subsidiar e melhorar, por exemplo, os salários
dos trabalhadores no transporte coletivo. Eles têm uma tremenda
responsabilidade e pagam caro por qualquer descuido. Não são tratados
dignamente, basta ver a situação dos cobradores nas estações tubo, algo perverso,
inominável. Devem ser bem remunerados. O que fazer? Para isso Curitiba carece
de planos estratégicos, propostas de solução inteligentes e realistas. Até quando?
Lamentavelmente o edital e os contratos de concessão para o
TCUC engessaram a administração municipal. A legislação e jurisprudência nessa
área não são favoráveis ao usuário do transporte coletivo. Nossas leis e a
lógica de aplicação estão longe dos interesses populares.
Felizmente, depois de muitos anos, voltamos a viver um
ambiente de discussão ampla sobre o transporte coletivo. O aspecto ruim é sempre
a dominação midiática de quem pode pagar. Pior ainda, os usuários precisam e
devem ser respeitados e para isso precisamos de pesquisas amplas, bem feitas,
bem avaliadas, isso leva tempo. Com tudo isso a administração municipal poderá
desenvolver planos urbanísticos e de mobilidade de curto, médio e longo prazo,
sem simplesmente fazer o que lobistas e fanáticos por soluções exigem. O desafio
do Prefeito Gustavo Fruet é gigantesco, precisa do apoio da sociedade em geral.
Enquanto isso observamos como as questões explosivas
embutidas nesse pesadelo serão resolvidas. O governo terá que exercitar ao
máximo suas qualidades de negociações (com todos os grupos organizados) e suas
habilidades de decisão para não ampliar o caos em que ônibus, automóveis,
caminhões, pedestres, ciclistas, motociclistas etc. vivenciam. Chegamos a um
ponto assustador.
Cascaes
9.3.2013
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sexta-feira, 8 de março de 2013
Os Metrôs, VLTs, Monotrilhos, Aerotrens são sistemas complementares numa rede de transporte.
De: Paulo Ferraz
[mailto:pscferraz@gmail.com]
Enviada em: quinta-feira, 7 de março de 2013 20:21
Para:
Assunto: O Metrô pode virar bonde! gazeta do povo dia 3.3.2013
Enviada em: quinta-feira, 7 de março de 2013 20:21
Para:
Assunto: O Metrô pode virar bonde! gazeta do povo dia 3.3.2013
Mensagem
que mandei pro Jornalista Celso Nascimento colunista da Gazeta do Povo.
Paulo
----------
Mensagem encaminhada ----------
De: Paulo Ferraz <pscferraz@gmail.com>
Data: 7 de março de 2013 20:18
Assunto: O Metrô pode virar bonde! gazeta do povo dia 3.3.2013
Para:
Celso - É bom ver o seu interesse pela questão dos sistemas de transporte sobre trilhos mas gostaria de esclarecer que VLT não é Bonde.
De: Paulo Ferraz <pscferraz@gmail.com>
Data: 7 de março de 2013 20:18
Assunto: O Metrô pode virar bonde! gazeta do povo dia 3.3.2013
Para:
Celso - É bom ver o seu interesse pela questão dos sistemas de transporte sobre trilhos mas gostaria de esclarecer que VLT não é Bonde.
Esse tipo de
veiculo é trem!
Os Metrôs, VLTs,
Monotrilhos, Aerotrens são sistemas complementares numa rede de transporte.
O que define o tipo
de solução e a diretriz da linha é a demanda levantada em pesquisas de fluxos
de passageiros.
Os níveis de
passageiros prospectados vão dizer se a solução deve ser Monotrilhos, VLTs ou
Metrô nessa ordem crescente de capacidade.
Nesses projetos
precisam ser separados os fluxos com destino final no centro daqueles, como
exemplo, que cruzam a cidade para chegar a outro extremo da cidade.
Para resolver o
problema do congestionamento da nossa capital deve ser feito um estudo completo
para dotar todos os principais eixos de um novo sistema de massa com maior
capacidade.
Os ônibus não dão
mais conta das demandas existentes.
O mundo e agora o
Brasil vêm buscando expansão dos metrôs assim como implantação de VLTs,
Monotrilhos o que pode ser verificado por mais de 50 projetos em execução ou
estudos nos diversos estados do nosso país,
O grande exemplo é
São Paulo que vem investindo em massa, com todos esses sistemas se completando,
visando solução para o transito da capital paulistana .
Capitais europeias
como Madri e Paris implantaram redes de transportes construindo eixos
circulares em torno de daquelas cidades.
O plano Agache já
indicava esse desenho de matriz de transporte para nossa capital.
O que precisamos de
verdade e de um amplo projeto de mobilidade com uma visão maior incluindo todas
as cidades da região Metropolitana de Curitiba.
Se forem atacados
apenas eixos isolados com certeza vamos gastar muito dinheiro sem resolver os
problemas conforme a população espera.
Outrossim me
surpreendeu o valor que voce anunciou, da ordem de R$ 70 milhões por
quilômetro, para implantação do VLT em Curitiba uma vez que o custo médio
considerado no Brasil é R$ 35 milhões/km.
Parabenizo por
oportunizar um relevante debate através da sua respeitada coluna.
Eng. Paulo Ferraz
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03:04:00
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quinta-feira, 7 de março de 2013
Tarifas do transporte coletivo urbano de Curitiba - uma avaliação de políticas aplicadas
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14:19:00
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Curitiba,
tarifas,
Transporte Coletivo Urbano de Curitiba,
URBS
DECRETO Nº 358 DIARIO OFICIAL DE 06/03/2013 - Comissão de Análise da Tarifa do Sistema de Transporte Coletivo
DECRETO Nº 358 DIARIO
OFICIAL DE 06/03/2013
Institui a Comissão de
Análise da Tarifa do Sistema de
Transporte Coletivo de Passageiros do Município de Curitiba e
dá outras providências.
O PREFEITO MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL DO ESTADO DO PARANÁ, no
uso das atribuições legais que lhe foram conferidas pelo
artigo 72, inciso IV da Lei Orgânica do Município de Curitiba e
com base no Protocolo n.º 04-005906/2013 - URBS,
DECRETA:
O PREFEITO MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL DO ESTADO DO PARANÁ, no
uso das atribuições legais que lhe foram conferidas pelo
artigo 72, inciso IV da Lei Orgânica do Município de Curitiba e
com base no Protocolo n.º 04-005906/2013 - URBS,
DECRETA:
Art. 1.º Fica instituída a Comissão de Análise da Tarifa do
Sistema de Transporte Coletivo, com o objetivo de:
I - avaliar a metodologia e os procedimentos para cálculo
tarifário estabelecidos nos contratos de concessão do Transporte Coletivo
vigentes no
Município;
II - elaborar relatório com as conclusões e recomendações
relacionadas à metodologia e procedimentos para os cálculos tarifários do
Transporte
Coletivo.
Art. 2.º A Comissão será composta pelos membros das seguintes
Instituições:
I - URBS - Urbanização de Curitiba S.A.
II - Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão-SEPLAN
III - Procuradoria Geral do Município - PGM
IV - Secretaria Municipal de Trânsito - SETRAN
V - DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos
VI - IEP - Instituto de Engenharia do Paraná
VII - MPPR - Ministério Público do Estado do Paraná
VIII - Câmara Municipal de Curitiba - CMC
§1.º A Comissão será presidida pelo Presidente da URBS -
Urbanização de Curitiba S.A., e terá como seu relator, o membro indicado pela
Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão.
§2.º As atividades desenvolvidas pelos membros da Comissão não
serão remuneradas, mas serão consideradas como prestação de serviço
público relevante.
Art. 3.º Fica estabelecido o prazo de 90 dias, prorrogáveis, para
o desenvolvimento dos trabalhos da Comissão.
Art. 4.º A Comissão definirá a forma como se dará a participação
da sociedade no desenvolvimento dos trabalhos, bem como os procedimentos
que deverão ser adotados para a formalização das sugestões
advindas dessa participação.
Art. 5.º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO 29 DE MARÇO, 5 de março de 2013.
Gustavo Bonato Fruet :
Prefeito Municipal
Roberto Gregorio da Silva Junior : Presidente da URBS -
Urbanização de Curitiba S.A.
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
Inverter os binários em Curitiba
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Transporte Coletivo Urbano de Curitiba
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
O bonde de Cuiabá - VLT
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13:34:00
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Faz sentido? Nada impede que a cidade Curitiba seja diferente.
tocolo:
| 4695038 |
Protocolo Internet:
| 000216609i |
Situação:
| RESPONDIDO PELO RESPONSÁVEL |
Email:
| jccascaes@gmail.com |
Data de Criação:
| 16/02/2013 10:39 |
| Dados do Assunto | |
Descrição:
| SOLICITA REGISTRO DE INFORMAÇÕES SOBRE O SERVIÇO DE TÁXI. DESCRIÇÃO DO CIDADÃO NA ÍNTEGRA: GOSTARIA DE SABER SE OS TÁXIS DE CURITIBA TÊM COMO ATENDER UMA CRIANÇA DE ATÉ 2 ANOS (CADEIRINHA) COM SEGURANÇA, EXISTINDO CONDIÇÕES DE TRANSPORTÁ-LA DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO. PODERIAM INFORMAR COMO SER ATENDIDO NESSA CONDIÇÃO? |
Assunto:
| TÁXI |
Subdivisão:
| OUTROS |
Endereço:
| R. DORIVAL PEREIRA JORGE, 282 |
Bairro:
| VILA IZABEL |
Regional:
| Unidade Regional Portao |
Cep:
| 80320060 |
Transversal 1:
| R. WENCESLAU GLASER |
Transversal 2:
| R. ND |
Cidade:
| CURITIBA - PR |
Ponto de Ref.:
| NI |
Meio de Resp.:
| |
Observações:
| NÃO INFORMOU PONTO DE REFERÊNCIA. |
| Respostas | ||||
| ||||
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04:49:00
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
VLT Jerusalém
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
Táxi - a favor da segurança das crianças
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05:53:00
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
A aventura de usar o transporte coletivo urbano caminhando sobre calçadas ruins
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12:32:00
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IPK
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Táxis padrão Brasil
Táxis brasileiros
Algo tradicional e marcante em Londres é a imagem criada
pelos seus táxis e taxistas. A qualidade do atendimento pode ter algumas das
falhas tradicionais que observamos no Brasil, mas é indubitável que a adoção de
projeto específico para um bom atendimento e segurança do motorista além da
imagem externa do veículo são pontos altamente positivos em Londres.
No Brasil estamos em processo de aplicação de leis enérgicas
a favor da segurança de usuários de veículos motorizados. E os táxis? Têm
condições de transportar com segurança crianças menores que 10 anos, pessoas
com deficiência(s), idosos e a população em geral? Por quê não temos táxis
quando e onde deveriam existir? Os veículos são adequados?
Note-se que o serviço é importantíssimo. Seria ótimo se
nossos especialistas calculassem o número de veículos que podem ser
substituídos por sistemas compostos aos demais de transporte coletivo urbano se
de fato a utilização de táxis for atraente, competitiva.
O mercado brasileiro é muitíssimo maior que o de Londres e
modelos feitos em escala nacional teriam preços razoáveis; mas ganhos de
conforto, segurança e harmonia com nossas cidades imensuráveis.
Mais ainda, os profissionais que trabalham com táxis
precisam saber se comunicar com pessoas surdas e são muitos, na maioria dos
casos bastando boa educação.
Os brasileiros têm duas línguas oficiais o Brasil, o Português
e a LIBRAS.
Sabemos que a maioria das leis brasileiras é aplicada
circunstancialmente, algumas “pegam” outras não. Acessibilidade e inclusão
universal são, contudo, algo sagrado que precisa ser considerado por todos os
planejadores e gerentes.
O “nosso” táxi poderia (Por quê
não fazermos nossos táxis com características brasileiras?) ser um produto com
alternativas de layout e design obtidos por concurso e feitos com opções para
os diversos climas brasileiros, tornando-se lei com todos os apoios necessários
e suficientes à substituição da frota existente.
Quem fabricaria?
Mais uma oportunidade para um edital que poderá até colocar
sócios estatais e nacionais, mas com a devida transparência e tempo para
análises precisas.
O que de fato é importante é a oferta de veículos seguros,
funcionais e que viabilizem o respeito às nossas leis. Por exemplo, diz uma
delas que as crianças devem ser transportadas em cadeirinhas de segurança,
algum táxi a utiliza?
O combustível desses veículos, a fonte de energia é outro
tema importante para ser analisado assim como o nível de poluição e até
limitações mecânicas de velocidade.
O Governo Federal procura apoiar a indústria brasileira, a
inovação e a criação de capital humano e intelectual.
Produzir táxis (com marca, padrões e aspectos de Brasil) seria
algo sensacional, um país tropical que merece algo especial.
Cascaes
1.2.2013
Por quê não fazermos nossos táxis com características
brasileiras? (s.d.). Fonte:
Engenharia - Economia - Educação e Brasil:
http://economia-engenharia-e-brasil.blogspot.com.br/2013/02/por-que-nao-fazermos-nossos-taxis-com.html
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10:27:00
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