sábado, 26 de abril de 2014

Reinvesting in transport



Publicado em 14/03/2014
Efficient and reliable transport is at the centre of maintaining London's position as a world-leading city.

Every journey matters to us and we are doing all we can to make sure London's transport network is fit for now and the future.

We are constantly reinvesting to improve, innovate and to keep London moving.

The future of the Tube - our commitment to London




Publicado em 22/04/2014
Every journey matters to us. We have set out our vision to make the Tube fit for the future.

Our five commitments to Londoners
1. A new 24 hour Tube at weekends
2. Improved reliability and more capacity
3. Stations controlled and staffed while trains are running
4. Easier journeys with new technology
5. Deliver best value for money

For more information visit our website:
http://www.tfl.gov.uk/futuretube

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Responsabilidade pelas rodoviárias

Prezado(a) Senhor(a) João Carlos Cascaes,

Em atenção à manifestação de V.Sª, registrada sob o protocolo 1773683, retransmitimos os esclarecimentos que esta Ouvidoria obteve da Gerência de Transporte Regular de Passageiros – GERPA:

Inicialmente informamos que a competência de legislar sobre a prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros é da União (Constituição Federal) e a regulação, da ANTT (Lei 10.233/2001). Assim, esta Agência, em face da edição da Lei n° 10.233/2001 que a criou e do Decreto n° 4.130/2002 que a regulamentou, incumbe regular e supervisionar a prestação dos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros.
Nesse  contexto depreende-se que a exploração dos terminais rodoviários, seja privada ou pública, e por conseqüência, sua construção e administração, não são atribuições da ANTT, cabendo a esta Agência apenas cadastrar no esquema operacional das linhas o uso destes terminais quando utilizados nos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, quando do início de sua operação, tendo em vista requisitos de higiene, conforto e segurança.
Ao município, como autoridade de trânsito, compete definir as vias a serem utilizadas para acesso ao terminal rodoviário, cujo projeto e localização também são de sua competência.

As regras e procedimentos nos terminais rodoviários são de competência dos municípios ou dos Estados, dependendo da legislação de cada ente federativo.

Permanecemos à disposição.

Atenciosamente,




Permanecemos à disposição.

Atenciosamente,


Ouvidoria da ANTT

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Taxi's from around the world



Publicado em 10/09/2013
Taxi's from different countries
Music Taxi theme Angela by Montly Cruise
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Será que sabemos o que é um sistema de transporte coletivo de alta tecnologia? - Hinter den Kulissen der Wiener Linien: Sicherheit

TfL 2012 Legacy - quando a política não atrapalha a boa Engenharia



Publicado em 27/12/2012
The film tells the story of the lessons learned by Transport for London during the 2012 Games, and outlines what it plans to carry forward into the future.

Qualidade e segurança levadas a sério - TfL's 'Love Our Bus': Glen McArdell, Arriva Vehicle Examiner



Publicado em 01/04/2014
Glen McArdell, Arriva Vehicle Examiner, talks about a day in the life of his role and the various challenges involved.

This year we are celebrating the Year of the Bus, including series of engaging events, exhibitions, recreations and activities that will reconnect Londoners with their bus network and remind the world of the incredible role it plays in this great city.

Find out more about Year of the Bus:
http://www.tfl.gov.uk/yearofthebus

Follow our realtime London bus updates on Twitter:
http://www.twitter.com/tflbusalerts
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Incoerência total no transporte coletivo urbano de Curitiba - esqueceram que as calçadas e a segurança do pedestre é fundamental à acessibilidade do transporte coletivo

domingo, 30 de março de 2014

sábado, 22 de março de 2014

Proteção de motoristas e cobradores

As cabines de motoristas e cobradores deveriam ser blindadas, unidas, com todos os recursos de comunicação com a Polícia. Infelizmente é isso que dará mais segurança aos passageiros e inibirá assaltos. 
Todas as estações tubo e pontos de parada deveriam ter câmeras assim como os ônibus. Os custos compensam. 
A segurança maior aumentará a utilização do transporte coletivo.

terça-feira, 11 de março de 2014

Um exemplo de bom motorista e omissão de passageiros de ônibus - cúmplices se não responsáveis pelo acidente

A porta do ônibus tranca o pé de uma menina.... no terminal mesmo após todos os passageiros embarcarem o motorista pede que todos desçam do ônibus por que ele vai leva-la ao hospital... não sei se é protocolo da URBS, porém achei digna sua atitude Sr. Motorista... e aos passageiros que ficaram indignados por ter que esperar outro ônibus, falando coisas que prefiro não escrever.....meu desejo é que os piolhos de mil camelos infestem seus sovacos...
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quinta-feira, 6 de março de 2014

Hoje foi mais um dia agitado na discussão sobre o transporte coletivo de Curitiba e Região Metropolitana.

Bruno Pessuti compartilhou a foto de Bruno Pessuti.
Hoje foi mais um dia agitado na discussão sobre o transporte coletivo de Curitiba e Região Metropolitana.

Pela manhã, a Urbs divulgou uma estimativa da nova tarifa técnica do transporte coletivo: R$ 3,20. Considero isso lamentável, pois a CPI do Transporte Coletivo que promovemos na Câmara Municipal no ano passado apontou indícios de irregularidades que mostram que o valor antigo já estava errado. Ou seja, caso esse valor permaneça, mais uma vez a população sairá prejudicada.

Na matéria da Gazeta do Povo que publicamos hoje em nosso blog você encontra mais informações sobre o cálculo da tarifa técnica:http://goo.gl/h0oof7

Já no período da tarde, a Prefeitura divulgou que entrou com pedidos de providências no Ministério Público do Paraná (MP-PR) e Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que o governo do Estado licite as linhas metropolitanas de 13 municípios que hoje compõem a Rede Integrada de Transportes (RIT) - o que poderá influenciar no valor previsto para a tarifa técnica.
Hoje foi mais um dia agitado na discussão sobre o transporte coletivo de Curitiba e Região Metropolitana.

Pela manhã, a Urbs divulgou uma estimativa da nova tarifa técnica do transporte coletivo: R$ 3,20. Considero isso lamentável, pois a CPI do Transporte Coletivo que promovemos na Câmara Municipal no ano passado apontou indícios de irregularidades que mostram que o valor antigo já estava errado. Ou seja, caso esse valor permaneça, mais uma vez a população sairá prejudicada.

Na matéria da Gazeta do Povo que publicamos hoje em nosso blog você encontra mais informações sobre o cálculo da tarifa técnica: http://goo.gl/h0oof7

Já no período da tarde, a Prefeitura divulgou que entrou com pedidos de providências no Ministério Público do Paraná (MP-PR) e Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que o governo do Estado licite as linhas metropolitanas de 13 municípios que hoje compõem a Rede Integrada de Transportes (RIT) - o que poderá influenciar no valor previsto para a tarifa técnica.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Gerência franciscana?

Tarifas, sindicatos, planilhas e poder concedente
Contratos de delegação de concessão de serviços essenciais são acordos importantíssimos para definição de responsabilidades e direitos. Nenhum empreendedor, empregador ou empregado é obrigado a aceitar. Felizmente vivemos num país livre e aqui as pessoas podem mudar de atividades profissionais, lugares e até de sexo.
Empresas concessionárias, portanto, sendo privadas devem ser gerenciadas com a maravilhosa habilidade atribuída à iniciativa privada.
Tarifas têm valores e valores. Bem fiscalizadas, com estatísticas precisas e custos bem negociados e auditados podem chegar a décimos de Real de precisão, mais do que isso é chute, e ganhar a confiança do povo.
Com certeza sempre qualquer das partes com autoridade para decidir limites de custos poderá regatear, até exigir dentro das cláusulas do contrato de concessão ajustes nos valores pagos ou cobrados.
Em Curitiba o transporte coletivo urbano foi privatizado. Criaram uma sistemática de avaliações onde até um Conselho de Usuários dá palpite. Alguém viu e ouviu algum filme sobre essas reuniões?
Na imprensa os gestores da URBS, Presidente do SINDIMOC e até o Prefeito apareceram explicando a greve que talvez tenha terminado. E os donos das empresas concessionárias? On de estão?
Na prática tanto os técnicos da PMC quanto seu Prefeito deveriam silenciar sobre as negociações, concentrando-se em viabilizar a segurança daqueles que furassem a greve, atendendo pungentes pedidos dos donos das concessionárias para voltarem a trabalhar.
Imaginamos que até ameaças de demissão e solicitação de apoio da PM aconteceram. Os empresários devem ter batalhado em suas sedes para convencer motoristas e cobradores a trabalhar. Afinal devem ter sentido o desespero daqueles a quem servem, o povo.
Naturalmente nem a Justiça do Trabalho precisaria agir com tanto rigor, afinal normalmente uma parcela dos empregados é leal a seus patrões.
Algo estranho aconteceu, entretanto, não vimos os efeitos da gerência privada do sistema, exceto a de seus advogados dizendo que com essa planilha técnica não poderiam trabalhar.
Que tristeza.
Diante de tantos prejuízos os concessionários devem estar devolvendo seus direitos de exploração.
Ninguém imagina que capitalistas competentes queiram responsabilidades sem lucro, pior ainda com prejuízo.
O Prefeito de Curitiba acenou com algum rigor. Vai fazer o quê?
Ninguém pode ser obrigado, contudo, a trabalhar com prejuízo em tempos de Paz.
Curitiba é um exemplo de altruísmo?
Tirando os motoristas e cobradores, todos os demais são brasileiros bonzinhos? Quanto espírito franciscano.

Cascaes

28.2.2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Você acha que a multa de R$100 mil ao sindicato de motoristas e cobradores, caso eles não cumpram a decisão do TRT, é alta?

Você acha que a multa de R$100 mil ao sindicato de motoristas e cobradores, caso eles não cumpram a decisão do TRT, é alta?

Saiba que isso corresponde a 6 dias de Fundo Assistencial, uma remuneração que o Sindicato recebe.
Não sou contra o Fundo Assistencial, pelo contrário, mas sabe quem paga para o sindicato?

Você quando paga a passagem e quando o governo dá subsídio.

Mas você não é membro do sindicato.... Pois é...

Ainda acha que R$100 mil é muito?

Corresponde a 19 horas, isso mesmo, menos que 1 dia do imposto de renda completamente irregular que as empresas recebem na tarifa.

Isso mesmo, você paga o imposto de renda da empresa quando paga a passagem e quando o governo da subsídio.

Detalhe: ainda por cima as empresas alegam prejuízo. Não se cobra imposto de prejuízo.

Não consigo entender porque o Tribunal de Justiça não faz igual ao TRT. Se reúne e julga o mérito da medida cautelar imposta pelo TCE que determina a redução da tarifa.

A justiça que tarda não é justa

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Greve em Curitiba

Greves em serviços essenciais
Muitas atividades humanas são absolutamente necessárias e não podem sofrer interrupções. Serviços de energia, saneamento básico, coleta e tratamento de lixo, segurança e outros que aparecem sem essa denominação, mas se tornam importantíssimos a todos nós surgem e ganham significado estratégico.
Sendo essenciais, podendo matar e causar acidentes quando são interrompidos, exigem continuidade.
Ninguém é obrigado a aceitar qualquer profissão. É inerente à opção profissional um compromisso que deveria existir sob acordo legal, ético, por força da sociedade organizada.
Podemos talvez até importar motoristas de Cuba. Não?
O direito de greve[1] foi e é extremamente importante, contudo. A amplitude da paralização deve, sendo atividade de interesse geral, submeter-se a decisões do Poder Judiciário.
Apesar de determinações da Justiça do Trabalho, entretanto, podemos ser submetidos a ausência de serviços essenciais, que tenham a proteção de políticos e empresários.
As greves podem ser o que denominamos “lockouts”[2] e é fácil perceber quando a pretensa greve de funcionários tem o apoio de seus empregadores.
Como acontece em qualquer agrupamento de pessoas a unanimidade é algo extremamente raro. Mesmo em situações muito difíceis muitos trabalhadores resistem à ideia de aceitar movimentos grevistas e isso se deve a muitos fatores, que vão da educação ao medo de perder empregos.
Quando a paralização é total algo mais existe.
No Brasil atual o Governo Federal costuma apoiar sindicatos e movimentos sociais, ensaiando medidas não muito evidentes de cooptação de lideranças. Essa condição de governabilidade e paralelamente a qualidade do gerenciamento de concessionárias onde os patrões ganham proporcionalmente aos custos criam um ambiente de incertezas e greves de toda espécie.
Na década de cinquenta eram os estivadores do Porto de Santos que usavam e abusavam da força de chantagem que possuíam. Os “bagrinhos” trabalhavam e os trabalhadores sindicalizados faziam política.
E agora?
Com certeza tudo seria diferente se nossos governantes se aplicassem com mais rigor na defesa do povo em geral, aquele que paga todas as contas e impostos e precisa trabalhar, viver.
Como atenuantes podemos considerar nossos paradigmas franceses (onde as greves são parte do cotidiano daquele povo) e as condições de conflito entre grandes grupos econômicos e a evolução do trabalhador, longe de ser respeitado.
Se alguma dúvida existe em relação ao transporte coletivo urbano, algo que agora está em greve em Curitiba (26 de fevereiro de 2014), devemos observar com atenção as condições desumanas de trabalho dos cobradores das estações tubo e a falta de estrutura de apoio aos motoristas dentro e fora dos ônibus. Para gáudio e lucro dos empregadores o trabalhador braçal existe em abundância viabilizando serviços difíceis e mal pagos. Afinal estamos sendo comparados a chineses e indianos e querem que sejamos competitivos com os bolsões de trabalho escravo ou desesperado.
Lamentamos tremendamente as diferenças de tratamento entre sistemas caríssimos e altamente subsidiados, até criando “cartórios” para a participação privada sem risco e sem dinheiro (usando o BNDES e outros benefícios). O projeto financeiro do metrô em Curitiba precisa ser conhecido em detalhes.
Poderíamos ter frotas públicas, pagamento por quilômetro, compensações maiores aos trabalhadores do transporte coletivo urbano e tarifas menores.
Tudo foi abandonado de forma insolente por aqueles que mandavam em Curitiba.
Greve? Lockout? O que temos agora?
Acreditamos mais em lockout, afinal querem forçar aumentos de tarifas...

Cascaes
26.2.2014




[1] Greve é a cessação colectiva e voluntária do trabalho realizada por trabalhadores com o propósito de obter benefícios, como aumento de salário, melhoria de condições de trabalho ou direitos trabalhistas, ou para evitar a perda de benefícios. Por extensão, pode referir-se à cessação colectiva e voluntária de quaisquer actividades, remuneradas ou não, para protestar contra algo (de conformidade com a "Consolidação das Leis do Trabalho(CLT)". Wikipédia
[2] Lockout é a paralisação realizada pelo patrão com o objetivo de exercer pressões sobre os trabalhadores, visando frustrar negociação coletiva, ou dificultar o atendimento de reivindicações (greves). Se for por motivos econômicos ou financeiros ou em protesto contra o governo não é lockout , que é proibido conforme artigo 17 da Lei 7.783/89.

MPL promove protesto no Rio

MPL promove protesto no Rio

Exclusão em Londres - Too Many London Buses Avoid Wheelchair Riders - part 4



Publicado em 16/05/2012
Phone - 020 7737 2339
Email - contactus@transportforall.org.uk

Transport for All - TFA - is a 20 year old nonprofit disability transport advocacy group who fights to ensure those who need public transportation the most can reliably venture beyond their homes without fear. https://www.transportforall.org.uk

Please report any instances where you see a disabled passenger left behind when other passengers were allowed to board.

New Flyer Xcelsior Promo, 2008 - excelente - segurança - acessibilidade - conforto



Publicado em 07/12/2012
In 2008, New Flyer Industries Inc. introduced the Xcelsior line at the 2008 APTA Expo in San Diego, CA. This bus features new styling both inside and out with the steel frame claded in fibreglass panels, with some of the floor structure using composite material. Stainless steel is also an optional choice.

Their objectives were to deliver life cycle savings and improve the experience for passengers and drivers. Better fuel economy, lighter weight, disc brakes, improved accessibility, and the industry's first LED headlights make this a better bus by far in the transit industry.

The Xcelsior is available in 35 foot, 40 foot, and 60 foot models with diesel, compressed or liquified natural gas, diesel-electric, gasoline-electric, hydrogen fuel cell, or all battery-electric powered options. The rear of the bus is chosen with or without a rear window as the design is an inverted, rounded trapezoid-shape with the destination sign above on the right side. Without the rear window, the panel that would house it is smooth. The early prototypes and demonstrators as well as natural gas buses use a ridged panel with the destination sign in the middle at the bottom.

The first New Flyer Xcelsior bus was delivered to Zum of Brampton, ON in 2010 with their XDE40 line. An artic version made its debut in the 2011 APTA Expo in New Orleans as is the XN60 model.

PRINCIPAL STATS:
Manufactured by : New Flyer Industries
Plants : Winnipeg, MB, Canada; St. Cloud, MN, United States; Crookston, MN, United States
Model : Xcelsior
Type : Low Floor bus
Lengths : 35 ft, 40 ft, 60 ft
Date : 2008-present
Propulsion : Diesel, Diesel-Electric, CNG, LNG, Gasoline-Electric, Hydrogen Fuel Cell, Battery-powered Electric
Engine options : Cummins ISL9 @ 280hp, 330hp; Cummins ISB6.7L @260hp; Ford Triton V10 6.8L; Cummins Westport ISL G @ 280hp, 330hp
Transmission options : Allison, ZF, Voith
Hybrid System options : Allison H 40 EP, Allison H 50 EP, BAE Systems HDS 300. ISE Thundervolt TB40-HG
Axles : MAN, ZF
HVAC : Thermo King RLF1-M1
Brakes : All wheel disc
Flooring : Composite subfloor at rear interior step with ACQ Plywood remainder, Altro Transflor, Gerflor Tarabus, RCA rubber, Treadflex
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A Lesson in Accessibility





































































































Enviado em 18/09/2009
Bus stops are unfortunately being built with a curb cut in line with where the bus ramp has to be put out. As a result the safety of a person in a wheelchair is hugely compromised. See why...
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