A opção pelo transporte coletivo urbano deve-se à nossa experiência no assunto (vide CV) e a visão de que o futuro da humanidade passa por uma solução mais inteligente na construção das cidades.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Õnibus urbano com escadas íngremes é um atentado contra os usuários do sistema
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14:30:00
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Detalhes viários e de transporte coletivo urbano em Blumenau
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08:34:00
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Uma lembrança genial - Londres
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15:22:00
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Não existe panaceia na mobilidade urbana - tecnologias etc.
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15:17:00
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Ônibus é tão bom quanto o metrô - Antônio Miranda - pesquisas -bicicletas etc.
Claro Cascaes,
Vá em frente.
Se fosse impublicável, não postaria o comentário.
Uma vez que conheço o Prof. Lindau faz algum tempo
e penso não ter realizado em direção a ele nenhum
comentário maldoso ou deselegante, acho que publicar
esta opinião não irá magoá-lo. Ainda tenho-o na reputação
de um bom técnico e grande estudioso dos transportes.
Grande Abraço.
miranda
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Em 14 de janeiro de 2013 14:13, João Carlos Cascaes <jccascaes@onda.com.br>
escreveu:
Miranda
A
velha pergunta: posso divulgar via blog?
Excelente
artigo.
Abraços
Cascaes
De: fomus@googlegroups.com
[mailto:fomus@googlegroups.com]
Em nome de Antonio Miranda
Enviada em: segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 11:40
Para: fomus@googlegroups.com
Assunto: Re: [FoMUS] Ônibus é tão bom quanto o metrô
Enviada em: segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 11:40
Para: fomus@googlegroups.com
Assunto: Re: [FoMUS] Ônibus é tão bom quanto o metrô
Conheço
Lindau desde 1993, quando trabalhei por um ano na administração do Governo do
Tarso Genro, na Prefeitura de Porto Alegre. Naquele período exerci o cargo de
Coordenador do Grupo de Trabalho Circulação e Transporte do Programa "Porto
Alegre +, Cidade para Todos". O Lindau era um dos membros do grupo que
era aberto a toda sociedade e tinha reuniões semanais. Por diversas vezes ele
defendeu o modo ônibus e se opôs a bicicleta como modo de transporte. Ainda que
admitisse o seu uso, não a enxergava como um dos modais para a circulação
urbana no caso brasileiro.
É claro
que já se passaram vinte anos e o Lindau pode ter mudado a sua posição. Por ser
um homem viajado deve ter percebido o fenômeno recente dos jovens europeus que
abandonaram o "sonho do automóvel" e se interessam cada vez mais por
modos que garantam suas mobilidades com baixo custo e rápido deslocamento com
bicicletas comuns e bicicletas elétricas. Esta última representa uma nova febre
na Europa, pelo menos em países com menos tradição no uso da bicicleta comum,
como Itália e países do leste europeu recentemente incorporados à Comunidade
Europeia.
Ao
afirmar que Curitiba, estranhamente, não possui pesquisa de origem/destino dos
usuários dos transportes, quero contar uma passagem de quando era funcionário
do GEIPOT e tivemos uma reunião como IPPUC, em 1983, portanto há trinta anos.
Fomos levar àquele órgão a proposta para realizarmos uma pesquisa ampla de
origem/destino em todo o sistema e assim melhor entendermos como seriam os
desejos de viagens dos usuários do sistema. E naquela reunião fatídica, numa
imensa mesa redonda, onde se sentaram diretores da nossa empresa e a alta
cúpula do IPPUC, em certo momento perguntamos como chegavam as conclusões sobre
qual medida tomar sem ter o conhecimento da demanda. Com o quê os técnicos que
não vale aqui nominar responderam, de forma um tanto prepotente e agressiva que
"Os dados estão aí, é a realidade que se vê. Portanto, não precisavam
de pesquisa para definir o que é melhor para os transportes da cidade e da
população."
Desde
muito esta é a realidade do IPPUC e dos seus técnicos. Quem dita o que é bom
para a cidade não é a população, mas sim o traço e o desejo dos técnicos. É
claro que o Professor Lindau quer vender seu peixe e tentar colocar um produto
que a instituição que representa acredita e está apta a ofertar. Está claro que
por trás do modo ônibus há todo um "lobby" das grandes empresas de
ônibus, que Lindau disfarçadamente representa.
Agora
que o ônibus é tão bom como o metrô, posso afirmar que isto é balalela.
Igualmente dizer que construir cacimbas na região do semiárido nordestino é
melhor do que água encanada proveniente de poços artesianos profundos ou esta
inacabável transposição do São Francisco.
É
preciso estar claro que o sistema ônibus tem um limite de capacidade, a partir
do qual pouco é possível acrescer em termos de oferta de lugares. Não existe
sistema de transporte ilimitado. Todos têm um limite a partir do qual atinge o
seu ápice de atendimento. E quando a demanda sobrepõe o mesmo começa a ocorrer
a sua deterioração. E isto é inevitável quanto a chuva nas cabeceiras das
barragens, que obrigam a abrir as comportas do vertedouro.
A
capacidade do sistema BRT (incluindo uma canaleta) é de 30 mil passageiros/hora
sentido e pronto. Está bem, com o desalinhamento das estações e inclusão de
sistema sobreposto tipo "linha mais direta"(ligeirão), pode atingir
40 mil passag./hora sentido. Mas por aí para. E já até estou estendendo os
números. No entanto, jamais vai atingir a 80 mil passageiros/hora sentido que é
a capacidade de um metrô. E que em São Paulo, pela baixa variação da rede acaba
por transportar em algumas linhas quase 100 mil/passageiros/hora sentido em
horários de pico.
Portanto,
dizer que ônibus é tão bom quanto metrô deve ser entendido como um pequeno
"lobby" do Lindau para agradar os técnicos municipais e assim abrir
portas aos seus objetivos. O sistema de transportes de Curitiba por ônibus ao
longo das canaletas é bom sim. Bom não, é excelente. Mas daí a dizer que é tão
bom quanto o metrô, vai uma grande distância.
E quanto
às bicicletas, elas podem muito. Podem sim, se houver uma rede bem estruturada
de vias especiais, com ciclofaixas laterais às canaletas; com novas
infraestruturas permitindo outras ligações, numa rede com mais de 350km,
retardar a necessidade de ampliar a vida útil do sistema de transporte coletivo
por ônibus. E assim, nesta operação casada, empurrar a necessidade do metrô
para anos mais à frente. No entanto, sem infraestrutura para as bicicletas e
com as ruas cada vez mais congestionadas com automóveis haverá uma falência
generalizada da mobilidade e logo logo teremos de nos verter a inevitável saída
para soluções de mobilidade onde o metrô ocupará semanalmente as páginas dos
nossos jornais.
Antonio
Miranda
Em
13 de janeiro de 2013 13:58, João Carlos Cascaes <jccascaes@onda.com.br>
escreveu:
Análise
ausente nesta excelente reportagem: a insegurança do usuário do transporte
coletivo indo e vindo do ponto de ônibus.
Abraços
Cascaes
13.1.2013
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08:46:00
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domingo, 13 de janeiro de 2013
Reportagem da Gazeta do Povo - entrevista com Luis Antonio Lindau
Análise ausente nesta excelente reportagem, a insegurança do
usuário do transporte coletivo indo e vindo do ponto de ônibus em Curitiba (calçadas? atropelamentos? assaltos? cães de guarda soltos? etc. ).
Merece um debate entre quem aprecisa o assunto.
Abraços
Cascaes
13.1.2013
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07:57:00
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Porque é complicado usar o transporte coletivo urbano
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08:28:00
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Aeromóvel, uma belíssima proposta
|
REPASSANDO:
É notável, principalmente num país como o Brasil, que investe menos de 2% do PIB anual em R&D - Pesquisa e Desenvolvimento. O meio ambiente agradece a colaboração.
Pucci.'....
______________________________ ___________________
Aero móvel - Tecnologia brasileira. VEJA.
É notável, principalmente num país como o Brasil, que investe menos de 2% do PIB anual em R&D - Pesquisa e Desenvolvimento. O meio ambiente agradece a colaboração.
E o dinheiro das empreiteiras ? São elas as maiores interessadas em boicotar o projeto. Não tem lucro, é muito “barato”.
O Coester, que é de Pelotas RS, não encontrou apoio nem no Estado dele, levou a fábrica para Três Rios no RJ por incentivo do Brizola. Foi de lá que o trem saiu para Jacarta.
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09:24:00
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domingo, 6 de janeiro de 2013
As calçadas são parte essencial ao transporte coletivo urbano - qualidade e segurança?
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10:44:00
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domingo, 30 de dezembro de 2012
Subsídio sim. Louvemos sua existência
Prezado amigo Cascaes,
Olha a resposta que montei às suas declarações e ao seu
artigo no "blog".
Subsídio
sim. Louvemos sua existência
A partir das declarações do
Engenheiro Cascaes a Gazeta do Povo, do texto no "blog" dele
intitulado "O Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia",
do conhecimento que tenho sobre a linha do raciocínio dele, e ainda diante da
grande amizade cultivada há mais de 25 anos, arrisco dele discordar. Ele
escreveu "Quem paga a conta? Transparência e tecnologias (políticas,
sociais e clássicas)". No texto existem alguns pontos sobre os
quais vou discorrer de forma contrária. Mas não para ser do contra ou para
manter a caneta aberta escorrendo tinta, ou o teclado imprimindo letras
virtuais na tela. Não. A discordância tem origem no credo, faz algum tempo, da
importância do subsídio. E vou discorrer mais...
Faz tempo a Prefeitura de
Curitiba e os técnicos que lá estão, desde a "Era Lerner", são
contrários a "Taxa Transporte", subsídio proposto por técnicos
da ANTP ligados ao antigo Partido dos Trabalhadores. Os técnicos da URBS
construíram forte barreira à propagação dessa ideia em todo o País.
Estranhamente, passaram a adotar uma outra forma de subsídio a partir de 2010.
Luíza Erundina, quando Prefeita
de São Paulo, tentou viabilizar a proposta de Tarifa Zero na pauliceia
desvairada, sem contudo obter apoio da Câmara de Vereadores, onde muitos dos
edis eram "subsidiados" por empresas de transportes. E estas sempre
foram contrárias a qualquer tipo de pagamento indireto de tarifa. Os
empresários dos transportes urbanos sempre preferiram ter em mãos a receita do
serviço, sem a intermediação do poder público. Entretanto, diferentemente, em
Curitiba a receita pública constitui cláusula pétrea dos contratos desde há muito.
A diferença entre a tarifa
técnica é a tarifa praticada gera efetivamente subsídio. Está claro que os
técnicos se renderam aos interesses populistas do atual prefeito, em
continuidade à "política" do prefeito anterior. Foi a fórmula
encontrada para não gerar aumento tarifário real. Repito: não sou contra isto,
nunca fui. Por mim a tarifa custaria R$ 1,00 ou R$ 1,50. E alguém poderia
dizer, mas isto levaria a administração pública à completa desestruturação.
Será? Pergunto aos meus dois diabos. O diabo mau diz que sim, que tudo é caos,
que isto geraria uma bagunça profunda das contas públicas. Por outro lado, o
diabo bom afirma que não, e explica.
Entende o diabo bom que ao
reduzir drasticamente o valor da tarifa e aumentar o custo do sistema para a
administração pública, seria estabelecido um valor mais competitivo do serviço
de transporte urbano na cidade. Pois se fizermos um deslocamento de automóvel
para o centro, em um percurso de 3 ou 4 km, iremos pagar cerca de R$ 1,20, ou
menos, de combustível, sem considerar os demais custos de pneus, manutenção,
depreciação, gasto com estacionamento etc. Assim, se tivermos uma tarifa de R$
1,00 os usuários começariam a titubear na hora da escolha do modal a usar em
seu deslocamento.
Outro benefício gerado por esta
tarifa baixa seria o fato de que os usuários tradicionais dos serviços de
transportes passariam a exigir maior número de horários das linhas, com
intervalos de partidas menores. E isto pressionaria o poder público e as
empresas para melhorar o serviço, gerando, por conseguinte, maior demanda de
passageiros e assim aumentando o volume de usuários de linhas que hoje sabemos
serem deficitárias.
O fato é que algumas linhas do
sistema, mormente aquelas que atendem a bairros mais próximos do centro de
Curitiba, com extensão não superior a 5 km em cada "perna", ou seja,
em cada lado da área central, têm hoje baixa demanda. O pior, elas estão sendo
frequentadas por muitos passageiros já situados na faixa de isenção tarifária
de acordo com preceito constitucional - maiores de 65 anos. Exatamente devido a
isto os empresários e os técnicos não se arriscam em aumentar suas frequências.
Hoje, em muitos horários dos dias úteis, e mesmo nos fins de semana, os ônibus
circulam "batendo lata", para usar jargão muito popular no
meio dos transportes, entre técnicos e operadores.
E quanto seria este subsídio?
Considerando que o valor, segundo divulgado pela Gazeta do Povo, é de R$ 7,6
milhões/mês, teríamos em um ano cerca de R$ 91,2 milhões. Isto representa cerca
de 1,5% do orçamento anual da Prefeitura, estimado em R$ 6 bilhões. É pouco. Se
imaginarmos que o subsídio fosse de R$ 1,90 e não de R$ 0,30 como atesta a
matéria do jornal, este percentual comprometeria 8% do Orçamento. De fato seria
muito.
No entanto, precisamos refletir.
Quanto seria diminuído em termos de atendimento na saúde com acidentados no
trânsito? Sabemos que em cidades como São Paulo, e Curitiba está indo no mesmo
rumo, os acidentados no trânsito representam mais de 30% das internações nos
centros de emergência. Eles geram um custo impossível de ser suportado pela
secretaria municipal de saúde, pelo SUS e mesmo pelo sistema privado, dada a
frequência com a qual ocorrem os sinistros.
Também, quanto seria poupado em
termos de emissão de gases à atmosfera e aqui não se coloca a questão do efeito
estufa e outras questões mais globais, mas a real emissão de particulados
gerada pelo uso indiscriminado do automóvel, afetando o ar que respiramos,
invadindo nossas casas, nossos pulmões. Muitos morrem de câncer pulmonar e afirmam
"Mas eu nunca fumei!" Fumou, sim, afirmo eu. Fumaram os
particulados da gasolina. Fumaram a borra dos pneus transformadas em poeiras de
borracha geradas pela fricção com o asfalto. Fumaram gás carbônico. Fumaram o
grafite dos freios dos veículos em cada frenagem brusca próximo da sua casa. Ou
seja, os veículos motorizados vão nos matando aos poucos e achamos tudo normal.
Mas retornando aos transportes
coletivos, lembrei-me de conversa com uma prima no Rio de Janeiro, engenheira
da Petrobrás, que realiza controle da produção de petróleo brasileira. Ela me
disse que o Brasil não é mais alto-suficiente em petróleo. Explicou que mesmo
tendo entrado em operação a área do pré-sal no Litoral Norte Paulista, os
campos da Bacia de Campos entraram em declínio de produção ligeira. Assim
também é nosso transporte coletivo. Cada dia que passa observamos diminuir a
demanda dos passageiros transportados. Com isto será inevitável que ocorra em
breve um aumento tarifário.
Ele virá primeiro pela pressão
dos empresários E não será para fazer frente ao aumento dos insumos e da mão de
obra, mas sim por ação dos próprios técnicos da URBS que terão de remunerar o
serviço que é pago por quilômetro rodado e não por receita auferida. O
engenheiro sabe que os ônibus circulam segundo uma programação definida, tenham
ou não passageiros. E não preciso detalhar isto porque ele bem sabe como opera
o serviço. O que virá em seguida, pela redução da demanda é o que me preocupa.
Ou seja, a diminuição dos horários de partidas dos ônibus e o encolhimento dos
serviços de transportes coletivos na cidade. Pelo menos quanto às linhas
comuns.
Por tudo isto, é urgente
subsidiar o sistema e de forma maior do que é feito hoje em dia. E mais, a
prefeitura tem sim de melhorar o sistema. E que seja através de "ônibus
híbridos", ou ônibus com plataforma baixa, ou ainda com ar condicionado.
No entanto, os elementos mais atrativos ainda são a tarifa baixa e a frequência
do sistema. Quem não se encanta com coletivos passando a cada cinco minutos
próximo da sua casa? E se for confortável, moderno e relativamente ligeiro,
tanto melhor.
Agora, se para isto é preciso
subsidiá-lo, que aumentem os impostos. E estes pagam quem pode efetivamente. A
carga tributária, em geral, é sempre menos justa para quem mais arrecada. Não é
à toa que boa parte desse contingente tenta burlá-la.
Para finalizar, diria ao
engenheiro e amigo que fico contente pela existência do subsídio ao transporte
coletivo urbano. Isto, porque quem paga por ele não é o usuário, mas sim toda a
sociedade, numa transferência de renda de quem pode mais para quem pode menos.
E também nós nos beneficiamos um pouco porque também somos usuários e fazemos
uso do sistema.
Grande abraço
antonio miranda
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05:07:00
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A falta de transparência do Governo e da URBS impede a população de saber onde está a verdade.
Cascaes, concordo com o Ghidiini,
A falta de transparência do Governo e da URBS impede a
população
de saber onde está a verdade. Para nós, frageis
contribuintes não há
como saber exatamente do que se trata.
Seria importante a realização
de uma auditagem na URBS e no sistema, realizado por
empresa contábil
a ser contratada, com fiscalização do Ministério Público.
Assim, teríamos
a revelação da verdade. Isto, logo no início do Governo do
Gustavo.
A publicidade vinda de onde veio caracteriza insubordinação
grave,
que se for mentira pode até gerar quebra de contrato. E se
for
verdade poderia acarretar demissão de responsáveis
públicos.
Bom ano para todos.
miranda
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Em 30 de dezembro de 2012 08:26, Roberto Ghidini Jr >
escreveu:
Que barbaridade!
onde é que chegamos Cascaes...
rg
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04:50:00
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sábado, 29 de dezembro de 2012
Informe publicitário publicado hoje - Gazeta do Povo - URBS
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22:36:00
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Quem paga a conta? Transparência e tecnologias (políticas, sociais e clássicas)
Surpresa!!!
Dia a dia vamos ficando céticos em relação ao futuro de
nosso país. A grande mobilização é em direção às férias e justamente nesse
período todas as maldades acontecem.
Em Curitiba, que se orgulha com razão do seu transporte
coletivo urbano, temos contradições incríveis.
Quando falamos do transporte coletivo nossas autoridades
desprezam o mais importante: a opinião do usuário do sistema, daqueles que realmente
pagam a conta.
Quem arca com os custos dos vales e buracos? O contribuinte
e o usuário sem acesso aos benefícios de vales e subsídios.
A notícia (Ônibus híbridos inflam tarifa técnica) via Gazeta do Povo e
reportagem de Mariana Scoz mostra como são geradas as contas em torno das
características dos ônibus, coisa que mais tarde ou em poucos dias, estamos em
férias (!!!), irá se transformar em tarifas e subsídios (o contribuinte paga).
Note-se que o custo do transporte coletivo urbano pesa
exatamente sobre as camadas mais pobres da cidade.
Qualidade? Deveríamos impor soluções de mobilidade segura a
partir da porta da casa para todos, de pedestres a milionários em seus carrões,
afinal eles (os mais endinheirados) eventualmente caminham pela cidade.
Diante disso devemos cobrar dos novos prefeitos, dos governadores
atuais e do Governo Federal uma política real de mobilidade urbana, não coisa
para agradar turista ou cartéis bem montados.
Cascaes
29.12.2012
SCOZ, M. (29 de 12 de 2012). Ônibus híbridos inflam
tarifa técnica. Fonte: Gazeta do Povo:
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1331481&tit=nibus-hibridos-inflam-tarifa-tecnica
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02:51:00
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
ônibus a biocombustível e elétrico em Curitiba
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14:04:00
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
forum > de mobilidade nesta quinta, 18h30, no auditório do SENGE
Pessoal:
Repasso convocatória do Zé Ricardo
do SENGE (Sindicado dos Engenheiros), sobre o Fórum Popular de Mobilidade e do
Metrô.
André Caon Lima
> Date: Tue, 4 Dec 2012 16:45:07
-0200
> Subject: Fórum Popular de Mobilidade e do Metro
> From:
> To:
>
> Pessoal,
>
> escrevo para lembrar (para aqueles que já receberam a ligação) e para
> convidar os demais a retomarmos as atividades de constituição do forum
> de mobilidade nesta quinta, 18h30, no auditório do SENGE. Peço que
> divulguem aos interessados e confirmem a possibilidade de presença.
>
> Abs,
> Zé Ricardo
> Subject: Fórum Popular de Mobilidade e do Metro
> From:
> To:
>
> Pessoal,
>
> escrevo para lembrar (para aqueles que já receberam a ligação) e para
> convidar os demais a retomarmos as atividades de constituição do forum
> de mobilidade nesta quinta, 18h30, no auditório do SENGE. Peço que
> divulguem aos interessados e confirmem a possibilidade de presença.
>
> Abs,
> Zé Ricardo
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12:06:00
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domingo, 2 de dezembro de 2012
Madrid - uma boa reportagem do transporte coletivo urbano
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05:11:00
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ônibus de piso rebaixado - ACESSIBILIDADE
Vi as duas reportagens em seu "blog". Cheguei até a fazer um comentário para a primeira
reportagem, mas não acertei por três vezes em decifrar aquelas endemoniadas letrinhas tortas, distorcidas, por três vezes. Conclusão: o "blog" apagou meu comentário antes de publicá-lo. Não vou fazer mais. Deixa as matérias lá, solitárias. Importante dizer que gostei muito, em especial daquela da metáfora do cabrito montanhês dizendo não precisar ser assim.
Grande Abraço
miranda
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05:03:00
Um comentário:
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Táxi é transporte coletivo - um carro atende muita gente
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04:13:00
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Entidades pedem adiamento do edital do metrô de Curitiba
De: fomus@googlegroups.com [mailto:fomus@googlegroups.com] Em
nome de andre lima
Enviada em: quarta-feira, 21 de novembro de 2012 12:16
Para: fomus@googlegroups.com
Assunto: [FoMUS] Entidades e movimentos se manifestam a respeito do projeto Metrô Curitibano.
Enviada em: quarta-feira, 21 de novembro de 2012 12:16
Para: fomus@googlegroups.com
Assunto: [FoMUS] Entidades e movimentos se manifestam a respeito do projeto Metrô Curitibano.
Entidades pedem adiamento do edital
do metrô de Curitiba
20/11/2012
O Sindicato dos Engenheiros do
Paraná (Senge-PR), ao lado de diversas entidades da sociedade civil, irá
formalizar na próxima quinta-feira, 29, um documento pedindo o adiamento do
edital do processo licitatório do metrô curitibano. Apesar de compreender a
necessidade de promover transformações no atual sistema de transporte coletivo
de Curitiba, que se encontra defasado em relação às necessidades da população,
o objetivo é evitar a reprodução de problemas nos mecanismos de concessão do
transporte público que oneram a tarifa, reduzem os investimentos e a qualidade
dos serviços. Além disso, as entidades querem garantir ampla participação
social no processo decisório sobre a futura obra do metrô ou de alternativas de
mobilidade.
As entidades concordam com as
declarações do prefeito eleito Gustavo Fruet (PDT) que pretende adiar o projeto
do metrô por um prazo de seis meses a um ano para discuti-lo melhor com a
sociedade. Na próxima quinta-feira, será realizada na Sede do Senge-PR a
discussão sobre os termos da carta que será entregue a Prefeitura Municipal de
Curitiba e a instalação do Fórum do Metro e da Mobilidade Urbana em Curitiba,
com o objetivo de fiscalizar as obras.
Além do Senge-PR, participarão da
reunião as seguintes entidades: Sindicato dos Arquitetos do Paraná (Sindarq), o
Sindicato dos trabalhadores em Urbanização do Paraná (Sindiurbano) o Escritório
Regional do DIEESE no Paraná (DIEESE/ER-PR), Movimento Passe Livre, Instituto
Reage Brasil, Ambiens Cooperativa, Conselho Regional de Economia do Paraná
(Corecon), Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) e a CUT-PR.
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06:47:00
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
VLT em Heidelberg e Strasbourg
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10:44:00
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