A opção pelo transporte coletivo urbano deve-se à nossa experiência no assunto (vide CV) e a visão de que o futuro da humanidade passa por uma solução mais inteligente na construção das cidades.
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Canaletas - um circuito perigoso para todos do jeito que estão no centro de Curitiba
Prezados amigos e amigas
As canaletas são a marca do transporte coletivo urbano de Curitiba. Deveriam ter evoluído para utilização de sistemas guiados (trilhos (VLT, O-bahn ou metrô ou uma operação segura com possibilidade de velocidades menores)), o que, conforme a opção, teria inviabilizado uma função importantíssima das canaletas que é servir de via expressa para veículos de serviço (carros de bombeiros, ambulâncias, policiamento e outros eventualmente urgentes e essenciais).
Nela trafegavam ônibus com velocidade máxima razoável, agora, lamentavelmente, podendo chegar a 60 km/h (excessiva, se lembrarmos que andam em mão e contra mão numa pista estreita sem qualquer barreira segura entre eles).
Uma colisão frontal poderá ter um choque a 120 km/h como velocidade relativa, o que seria catastrófico, lembrando que a lotação dos atuais ônibus articulados ou biarticulados chegam a mais de cem pessoas.
Além disso, em abalroamento, cada ônibus seguirá, naturalmente, um circuito diferente, eventualmente saindo da canaleta com outro potencial e tipo de desastres.
Sabemos que em carros biarticulados o último segmento “dança”, não seguindo fielmente o trajeto do “cavalo”, se a pista estives com irregularidades (buracos, elevações).
Os passageiros de ônibus não têm as regalias dos usuários do transporte individual (mesmo sentados): cintos de segurança, “airbag”, poltronas e carroceria otimizadas para impactos etc., tornando cada acidente um caso de resultados imprevisíveis e preocupantes.
Simplesmente criar um seguro ($$$) para os passageiros não resolve essa situação. Nada paga o sofrimento das vítimas e suas famílias.
Vimos e filmamos em 28 de março deste ano um trecho da canaleta entre a Praça do Japão e o Passeio Público.
Ficamos apavorados com a invasão de pista [crianças, carrinheiros, entregadores, pedestres, corredores “jogging” e até skatistas (o que não filmamos e motivou o acionamento posterior da filmadora)].
Os filmes estão no blog
http://otransportecoletivourbano.blogspot.com/
“O Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia”
assim como nossos comentários.
Ou seja, além de falhas de manutenção no sistema viário, a falta de policiamento eficaz está induzindo o povo a um comportamento suicida. Um ônibus não tem a manobrabilidade de um automóvel.
Precisamos de uma auditoria técnica e recomendações à URBS para correções urgentes de tudo, de calçadas junto às estações tubo até as condições operacionais das canaletas e veículos.
O cenário é assustador para quem já teve a responsabilidade de ser Diretor de Engenharia da URBS, como aconteceu consosco entre 1985 e 1987.
Somando essa a outras experiências, podemos afirmar que a PMC precisa agir imediatamente ou o potencial de acidentes continuará elevado e crescendo assustadoramente.
Atenciosamente
João Carlos Cascaes
Curitiba, 30 de março de 2011
As canaletas são a marca do transporte coletivo urbano de Curitiba. Deveriam ter evoluído para utilização de sistemas guiados (trilhos (VLT, O-bahn ou metrô ou uma operação segura com possibilidade de velocidades menores)), o que, conforme a opção, teria inviabilizado uma função importantíssima das canaletas que é servir de via expressa para veículos de serviço (carros de bombeiros, ambulâncias, policiamento e outros eventualmente urgentes e essenciais).
Nela trafegavam ônibus com velocidade máxima razoável, agora, lamentavelmente, podendo chegar a 60 km/h (excessiva, se lembrarmos que andam em mão e contra mão numa pista estreita sem qualquer barreira segura entre eles).
Uma colisão frontal poderá ter um choque a 120 km/h como velocidade relativa, o que seria catastrófico, lembrando que a lotação dos atuais ônibus articulados ou biarticulados chegam a mais de cem pessoas.
Além disso, em abalroamento, cada ônibus seguirá, naturalmente, um circuito diferente, eventualmente saindo da canaleta com outro potencial e tipo de desastres.
Sabemos que em carros biarticulados o último segmento “dança”, não seguindo fielmente o trajeto do “cavalo”, se a pista estives com irregularidades (buracos, elevações).
Os passageiros de ônibus não têm as regalias dos usuários do transporte individual (mesmo sentados): cintos de segurança, “airbag”, poltronas e carroceria otimizadas para impactos etc., tornando cada acidente um caso de resultados imprevisíveis e preocupantes.
Simplesmente criar um seguro ($$$) para os passageiros não resolve essa situação. Nada paga o sofrimento das vítimas e suas famílias.
Vimos e filmamos em 28 de março deste ano um trecho da canaleta entre a Praça do Japão e o Passeio Público.
Ficamos apavorados com a invasão de pista [crianças, carrinheiros, entregadores, pedestres, corredores “jogging” e até skatistas (o que não filmamos e motivou o acionamento posterior da filmadora)].
Os filmes estão no blog
http://otransportecoletivourbano.blogspot.com/
“O Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia”
assim como nossos comentários.
Ou seja, além de falhas de manutenção no sistema viário, a falta de policiamento eficaz está induzindo o povo a um comportamento suicida. Um ônibus não tem a manobrabilidade de um automóvel.
Precisamos de uma auditoria técnica e recomendações à URBS para correções urgentes de tudo, de calçadas junto às estações tubo até as condições operacionais das canaletas e veículos.
O cenário é assustador para quem já teve a responsabilidade de ser Diretor de Engenharia da URBS, como aconteceu consosco entre 1985 e 1987.
Somando essa a outras experiências, podemos afirmar que a PMC precisa agir imediatamente ou o potencial de acidentes continuará elevado e crescendo assustadoramente.
Atenciosamente
João Carlos Cascaes
Curitiba, 30 de março de 2011
Marcadores:
segurança nas canaletas
terça-feira, 29 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
O drama de uma professora na Região Metropolitana de Curitiba
O planejamento urbano, zoneamento, transporte coletivo e as necessidades de todos criam conflitos graves.
As cidades, crescendo desordenadamente, aos poucos se transformam em pesadelos para quem precisa trabalhar em locais mais distantes.
Marcadores:
alvarás,
RIT,
saturação do sistema viário
quinta-feira, 24 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Questionamentos Metrô de Curitiba
Amigas e amigos:
Em novo post da Sociedad Peatonal, o informe da Audiência Pública do Metrô e o questionamento independente do Arqto. Chico Rasia:
http://sociedadpeatonal.blogspot.com
Quem tiver algo para questionar, por favor faça-o até amanhã no horário da audiência para que não se torne "intempestivo".
André Caon Lima
www.sociedadpeatonal.org
coordenação do FoMUS
Em novo post da Sociedad Peatonal, o informe da Audiência Pública do Metrô e o questionamento independente do Arqto. Chico Rasia:
http://sociedadpeatonal.blogspot.com
Quem tiver algo para questionar, por favor faça-o até amanhã no horário da audiência para que não se torne "intempestivo".
André Caon Lima
www.sociedadpeatonal.org
coordenação do FoMUS
sábado, 12 de março de 2011
Audiência Pública do Metrô de Curitiba
Amigas e amigos:
Apostamos que pouca gente sabe, mas tem audiência pública do metrô de Ctba, 15.03 (terça) 19 horas, na rua Doutor Faivre, 398 - auditório do Centro de Capacitação da Secretaria da Educação.
Dúvidas e questionamentos podem ser feitos no ato.
Abraço,
André Caon Lima
www.sociedadpeatonal.org
coordenação do FoMUS
Apostamos que pouca gente sabe, mas tem audiência pública do metrô de Ctba, 15.03 (terça) 19 horas, na rua Doutor Faivre, 398 - auditório do Centro de Capacitação da Secretaria da Educação.
Dúvidas e questionamentos podem ser feitos no ato.
Abraço,
André Caon Lima
www.sociedadpeatonal.org
coordenação do FoMUS
quarta-feira, 9 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Perdemos oportunidades
Graças à omissão de nossos distintos políticos durante o ano passado inteiro a tarifa cresce e o transporte coletivo urbano de Curitiba perde oportunidades de melhorar e custar menos.
O edital para outorga de concessões foi omisso em relação aos custos, ao contrário, criou mais despesas.
Compete agora aos motoristas a tarefa de andarem mais depressa com seus bólidos, ônibus tão cheios quanto possível, evitar cortesias esperando passageiros e, se possível, fazer com que os idosos tenham medo do transporte coletivo urbano assim a pessoa com deficiência (dão prejuízo).
Parece que existia um tal de CMT, não?
A propósito, a ALEP já publicou o relatório do acidente das portas de ônibus (RIT, transporte metropolitano) após uma série de pantomimas?
Cascaes
5.2.2011
P.S.:
Perdemos ao longo dos anos a oportunidade de criar um sistema progressivamente racional.
O “subsídio” seria criado com a formação da frota pública, a exclusão dos custos da URBS da planilha, a construção de um padrão fiscal mais inteligente, gerenciamento melhor etc.
REDE CONTRA O TARIFAÇO
À
Câmara Municipal de Curitiba
Vereador João Cláudio Derosso – Presidência da Mesa Executiva
Vereador Paulo Frote – Presidência Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização
Prezados Srs.:
Solicitamos, através desta, a imediata abertura de CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito, visando investigação de irregularidades relacionadas ao sistema de transporte coletivo de Curitiba, entre elas:
§ Acidentes fatais e/ou com vítimas no transporte coletivo, bem como o resultado de inquéritos relacionados a tais acidentes;
§ Atrasos e superlotação dos veículos nos horários de “rush” (8h às 10h e 17:30h às 19:30h);
§ Aumento da velocidade média dos veículos e reflexos na segurança do sistema;
§ Pressões sobre funcionários do sistema, incluindo a verificação cópias de contratos de trabalho, para se verificar a aplicação de multas e seus motivos;
§ Licitação “fantasia” do transporte coletivo;
§ Levantamento e informação a público de vereadores que tiveram campanhas financiadas por empresas do transporte coletivo;
§ Comparação do custo/ qualidade do transporte coletivo com o custo/ qualidade do transporte individual privado e seus reflexos na redução da demanda pelo serviço.
Outrossim, solicitamos que haja a imediata divulgação deste ofício junto aos demais vereadores, para que haja iniciativa de emissão de PI – Pedido de Informações a respeito da atual gestão contratual, com o imediato informe sobre a execução contratual de penalidades, bem como da previsão de congelamento ou não da tarifa.
As providências solicitadas urgem em favor do interesse público.
Atenciosamente,
REDE CONTRA O TARIFAÇO
www.contraotarifaco.libertar.org/integrantes
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REDE CONTRA O TARIFAÇO
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